Publicação
A ruína entre a memória e a matéria
| Resumo: | Numa cidade como Lisboa, em que a regregação social e os processos de heterogeneidade e de (re)centralização são problemas atuais dado que cada vez mais se expandem os limites urbanos, são patentes algumas lacunas e insuficiências no tecido urbano. A oriente da cidade existem espaços de transição que serão o ponto de partida para a nossa intervenção. Tratando-se de um território deixado ao acaso e ao abandono durante largos anos e que resume a ligação entre o Centro Histórico e o Parque das Nações - o Vale de Chelas repleto de preexistências que remetem para a era industrial - assume-se como um território onde é imperioso reconhecer um lugar de memória que se pretende preservar. Debruçamo-nos sobre questões do nosso quotidiano e colocamos a interrogação vital: qual será o desfecho e o futuro deste território? Conduziremos esta investigação de maneira a que consigamos obter respostas ou soluções às diversas fragilidades do lugar em análise, tanto a nível urbano como a nível social. Desta forma, interpretamos a Ruína enquanto um objeto ou matéria que alimenta o vínculo entre a memória daquilo que representou, em tempos, e como matéria ou elemento físico que permite transpôr para o futuro a sua resistência e refuncionalização através de um processo de reinterpretação. |
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| Autores principais: | Pereira, Dalila Maria dos Santos |
| Assunto: | Vale de Chelas Reabilitação Industrial Ruína Rehabilitation Ruin |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Numa cidade como Lisboa, em que a regregação social e os processos de heterogeneidade e de (re)centralização são problemas atuais dado que cada vez mais se expandem os limites urbanos, são patentes algumas lacunas e insuficiências no tecido urbano. A oriente da cidade existem espaços de transição que serão o ponto de partida para a nossa intervenção. Tratando-se de um território deixado ao acaso e ao abandono durante largos anos e que resume a ligação entre o Centro Histórico e o Parque das Nações - o Vale de Chelas repleto de preexistências que remetem para a era industrial - assume-se como um território onde é imperioso reconhecer um lugar de memória que se pretende preservar. Debruçamo-nos sobre questões do nosso quotidiano e colocamos a interrogação vital: qual será o desfecho e o futuro deste território? Conduziremos esta investigação de maneira a que consigamos obter respostas ou soluções às diversas fragilidades do lugar em análise, tanto a nível urbano como a nível social. Desta forma, interpretamos a Ruína enquanto um objeto ou matéria que alimenta o vínculo entre a memória daquilo que representou, em tempos, e como matéria ou elemento físico que permite transpôr para o futuro a sua resistência e refuncionalização através de um processo de reinterpretação. |
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