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Cabo Verde:a nova diplomacia económica

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Resumo:A presente dissertação debruça-se sobre o novo modelo da Diplomacia Económica (DE) em Cabo Verde, enquanto recurso estratégico de desenvolvimento do país. Realça as vulnerabilidades económicas do arquipélago como eixos de formatação de uma Política Externa baseada no desígnio do desenvolvimento, assim como a graduação a País de Desenvolvimento Médio (PMD) e a crise financeira internacional, fatores considerados de peso na afirmação e no desenvolvimento da nova Diplomacia Económica. A Diplomacia Económica aparece como uma das ferramentas essenciais da Política externa, uma vez que é tributária do processo de desenvolvimento sustentado. Distingue-se em duas fases, consubstanciadas por regimes político-económicos distintos, facto que marca a diferenciação estratégica e programática da DE do arquipélago. Cabo Verde afirma-se a nível internacional e conduz as suas políticas tendentes à inserção no Sistema Económico Mundial. Vários programas são implementados com a ajuda da comunidade internacional, merecendo particular destaque, o da estratégia de Redução da Pobreza. Porém, o Plano de Desenvolvimento Sustentável, PEDS 2017-2021, designação dada ao documento de estratégia de governação da IX legislatura, é prospetivo e pretende que o país atinja, a médio prazo, o desenvolvimento autossustentado. A Diplomacia Económica representa o instrumento que promove e propicia a articulação entre as políticas internas e externas, como forma de viabilizar o desenvolvimento das ilhas.
Autores principais:Chantre, Zenaida Vieira Brito
Assunto:Diplomacia Diplomacia Económica (DE) Política Externa (PE) Cabo Verde (CV) Diplomacy Economic Diplomacy Foreign Policy Cabo Verde (CV)
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A presente dissertação debruça-se sobre o novo modelo da Diplomacia Económica (DE) em Cabo Verde, enquanto recurso estratégico de desenvolvimento do país. Realça as vulnerabilidades económicas do arquipélago como eixos de formatação de uma Política Externa baseada no desígnio do desenvolvimento, assim como a graduação a País de Desenvolvimento Médio (PMD) e a crise financeira internacional, fatores considerados de peso na afirmação e no desenvolvimento da nova Diplomacia Económica. A Diplomacia Económica aparece como uma das ferramentas essenciais da Política externa, uma vez que é tributária do processo de desenvolvimento sustentado. Distingue-se em duas fases, consubstanciadas por regimes político-económicos distintos, facto que marca a diferenciação estratégica e programática da DE do arquipélago. Cabo Verde afirma-se a nível internacional e conduz as suas políticas tendentes à inserção no Sistema Económico Mundial. Vários programas são implementados com a ajuda da comunidade internacional, merecendo particular destaque, o da estratégia de Redução da Pobreza. Porém, o Plano de Desenvolvimento Sustentável, PEDS 2017-2021, designação dada ao documento de estratégia de governação da IX legislatura, é prospetivo e pretende que o país atinja, a médio prazo, o desenvolvimento autossustentado. A Diplomacia Económica representa o instrumento que promove e propicia a articulação entre as políticas internas e externas, como forma de viabilizar o desenvolvimento das ilhas.