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Associação de dissecção aórtica aguda do tipo A e paraganglioma : caso clínico

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A dissecção aórtica aguda é a síndrome aórtica aguda mais frequente, ocorrendo predominantemente no sexo masculino e em idosos, estando associada a uma elevada mortalidade. Existem vários factores de risco, destacando a hipertensão arterial. A dor torácica intensa tipo “facada” é a principal manifestação clínica, embora esta varie com a localização e extensão da dissecção. O diagnóstico é confirmado recorrendo a exames laboratoriais e imagiológicos e o único tratamento curativo é o tratamento cirúrgico, existindo como alternativa o tratamento endovascular para alguns casos. O paraganglioma é um tumor neuroendócrino raro. A maioria produz catecolaminas e manifesta-se frequentemente por crises hipertensivas, palpitações, cefaleias e hipersudorese. O diagnóstico deste tumor passa pelo doseamento de catecolaminas urinárias e séricas e pela realização de TC toraco-abdomino-pélvica, ressonância magnética ou cintigrafia com 123MIB. O tratamento cirúrgico é o único tratamento potencialmente curativo e para que este seja seguro é necessário instituir terapêutica α e β-bloqueante 10 a 14 dias e 2 a 5 dias, respectivamente, antes da cirurgia. Neste trabalho é reportado um caso clínico de uma doente com uma dissecção aórtica do tipo A associado a um paraganglioma. Esta associação é extremamente rara, constituindo um desafio na abordagem de ambas as patologias.
Autores principais:Borrego, Andreia dos Santos
Assunto:Dissecção Aorta Paraganglioma
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A dissecção aórtica aguda é a síndrome aórtica aguda mais frequente, ocorrendo predominantemente no sexo masculino e em idosos, estando associada a uma elevada mortalidade. Existem vários factores de risco, destacando a hipertensão arterial. A dor torácica intensa tipo “facada” é a principal manifestação clínica, embora esta varie com a localização e extensão da dissecção. O diagnóstico é confirmado recorrendo a exames laboratoriais e imagiológicos e o único tratamento curativo é o tratamento cirúrgico, existindo como alternativa o tratamento endovascular para alguns casos. O paraganglioma é um tumor neuroendócrino raro. A maioria produz catecolaminas e manifesta-se frequentemente por crises hipertensivas, palpitações, cefaleias e hipersudorese. O diagnóstico deste tumor passa pelo doseamento de catecolaminas urinárias e séricas e pela realização de TC toraco-abdomino-pélvica, ressonância magnética ou cintigrafia com 123MIB. O tratamento cirúrgico é o único tratamento potencialmente curativo e para que este seja seguro é necessário instituir terapêutica α e β-bloqueante 10 a 14 dias e 2 a 5 dias, respectivamente, antes da cirurgia. Neste trabalho é reportado um caso clínico de uma doente com uma dissecção aórtica do tipo A associado a um paraganglioma. Esta associação é extremamente rara, constituindo um desafio na abordagem de ambas as patologias.