Publicação
A sustentabilidade das cidades e dos transportes. Uma experiência didática em Geografia, 8º ano
| Resumo: | Este relatório de Prática de Ensino Supervisionada foi desenvolvido no âmbito de “Iniciação à Prática Profissional III”, concretizada na Escola Secundária de Camilo Castelo Branco. Abordam-se as estratégias e recursos de aprendizagem numa sequência didática de geografia, do 8º ano e os respetivos resultados. Os subtemas lecionados foram “Áreas de fixação humana” e a “Redes e meios de transportes”. Entre as estratégias adotadas, contaram-se o jogo de tabuleiro sobre o crescimento dos espaços urbanos e os transportes, o trabalho de grupo sobre a sustentabilidade das cidades e dos transportes e a visita de estudo ao Museu Nacional Ferroviário. Frequentemente, realizaram-se fichas de trabalho e exploraram-se imagens projetadas. Procedeu-se a avaliação sumativa (teste de avaliação; um questionário e um trabalho de grupo) e formativa (em todas as aulas, valorizando o empenho, a responsabilidade, a autonomia e a disciplina pessoal). A turma teve uma boa aprendizagem, designadamente na aquisição dos conhecimentos e no desenvolvimento da pesquisa e da cooperação. O jogo de tabuleiro ajudou os alunos com maiores dificuldades na aquisição de conhecimentos a superarem esta limitação, bem como algumas dificuldades de comunicação; contudo, o mesmo jogo estimulou, igualmente, os melhores alunos. O trabalho de grupo revelou-se uma importante estratégia para o desenvolvimento das aprendizagens dos alunos habitualmente menos participativos e com piores resultados mas, ao contrário, os melhores alunos revelaram-se mais apreensivos e com maior dificuldade em se envolverem no mesmo. Os melhores alunos tendem a ser mais solitários, porque são mais autossuficientes? A visita de estudo foi uma experiência de aprendizagem positiva para todos os alunos que nela participaram. No percurso pela cidade até ao museu, os alunos foram reparando nas diferenças entre cidades, o que foram efetuando de forma mais espontânea e autónoma. Podendo aspirar-se sempre a um melhor desempenho, existiu um claro desenvolvimento de competências. |
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| Autores principais: | Margarido, Catarina Isabel Celeiro |
| Assunto: | Ensino Geografia Transportes Espaços Urbanos Estratégias de aprendizagem |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Este relatório de Prática de Ensino Supervisionada foi desenvolvido no âmbito de “Iniciação à Prática Profissional III”, concretizada na Escola Secundária de Camilo Castelo Branco. Abordam-se as estratégias e recursos de aprendizagem numa sequência didática de geografia, do 8º ano e os respetivos resultados. Os subtemas lecionados foram “Áreas de fixação humana” e a “Redes e meios de transportes”. Entre as estratégias adotadas, contaram-se o jogo de tabuleiro sobre o crescimento dos espaços urbanos e os transportes, o trabalho de grupo sobre a sustentabilidade das cidades e dos transportes e a visita de estudo ao Museu Nacional Ferroviário. Frequentemente, realizaram-se fichas de trabalho e exploraram-se imagens projetadas. Procedeu-se a avaliação sumativa (teste de avaliação; um questionário e um trabalho de grupo) e formativa (em todas as aulas, valorizando o empenho, a responsabilidade, a autonomia e a disciplina pessoal). A turma teve uma boa aprendizagem, designadamente na aquisição dos conhecimentos e no desenvolvimento da pesquisa e da cooperação. O jogo de tabuleiro ajudou os alunos com maiores dificuldades na aquisição de conhecimentos a superarem esta limitação, bem como algumas dificuldades de comunicação; contudo, o mesmo jogo estimulou, igualmente, os melhores alunos. O trabalho de grupo revelou-se uma importante estratégia para o desenvolvimento das aprendizagens dos alunos habitualmente menos participativos e com piores resultados mas, ao contrário, os melhores alunos revelaram-se mais apreensivos e com maior dificuldade em se envolverem no mesmo. Os melhores alunos tendem a ser mais solitários, porque são mais autossuficientes? A visita de estudo foi uma experiência de aprendizagem positiva para todos os alunos que nela participaram. No percurso pela cidade até ao museu, os alunos foram reparando nas diferenças entre cidades, o que foram efetuando de forma mais espontânea e autónoma. Podendo aspirar-se sempre a um melhor desempenho, existiu um claro desenvolvimento de competências. |
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