Publicação
Tax avoidance and corporate social responsibility
| Resumo: | Esta tese visa entender se existe uma conexão entre planeamento fiscal corporativo e responsabilidade social corporativa (RSC). Utilizamos uma amostra composta por 4.453 observações de 914 firmas americanas na NYSE e NASDAQ, entre 2002 e 2016. No geral, não encontramos evidências estatísticas de uma associação entre planeamento fiscal corporativa e responsabilidade social corporativa. No entanto, através de uma regressão por quantis, encontramos evidências estatísticas de uma relação entre planeamento fiscal corporativo e RSC em níveis mais altos de RSC, consistente com a teoria da gestão de risco (Godfrey et al. 2009, Larrinaga et al., 2008). Os nossos resultados fornecem uma visão diferente da literatura, sugerindo que as empresas que usam mais atividades de RSC acabam por praticar mais planeamento fiscal por ajudar numa mitigação do risco de possivelmente serem auditadas e com sanções regulatórias, bem como má reputação proveniente da imprensa e do escrutínio do público. |
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| Autores principais: | Marta, André Filipe Ferreira Santa |
| Assunto: | Planeamento fiscal corporativo Responsabilidade Social Corporativa Tax avoidance Corporate Social Responsibility |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | inglês |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Esta tese visa entender se existe uma conexão entre planeamento fiscal corporativo e responsabilidade social corporativa (RSC). Utilizamos uma amostra composta por 4.453 observações de 914 firmas americanas na NYSE e NASDAQ, entre 2002 e 2016. No geral, não encontramos evidências estatísticas de uma associação entre planeamento fiscal corporativa e responsabilidade social corporativa. No entanto, através de uma regressão por quantis, encontramos evidências estatísticas de uma relação entre planeamento fiscal corporativo e RSC em níveis mais altos de RSC, consistente com a teoria da gestão de risco (Godfrey et al. 2009, Larrinaga et al., 2008). Os nossos resultados fornecem uma visão diferente da literatura, sugerindo que as empresas que usam mais atividades de RSC acabam por praticar mais planeamento fiscal por ajudar numa mitigação do risco de possivelmente serem auditadas e com sanções regulatórias, bem como má reputação proveniente da imprensa e do escrutínio do público. |
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