Publicação
O Conto do Náufrago : um olhar sobre o Império Médio Egípcio : análise histórico-filológica
| Resumo: | O comandante de um barco acaba de chegar ao Egipto, provavelmente a Elefantina, vindo de uma viagem à Núbia. A expedição não terá corrido da melhor forma, pois teme enfrentar o faraó. Para o confortar, um passageiro conta-lhe uma história fantástica, destinada a mostrar-lhe que mesmo nas piores circunstâncias é sempre possível um volte face. Numa outra viagem em que participou foi o único sobrevivente de um naufrágio provocado por uma violenta tempestade onde pereceram todos os tripulantes do seu barco. Acabou por ir parar a uma ilha maravilhosa, a ilha do Ka, onde se deparou com o seu único habitante, um deus-serpente. Recebido como algo de insignificante e desprezível, acabou por ser confidente da enorme serpente que, no fim, lhe permitiu regressar ao Egipto e alcançar a felicidade. É para este texto que apresentamos uma explicação à luz da época e da civilização em que se integra. |
|---|---|
| Autores principais: | Canhão, Telo Ferreira |
| Assunto: | Egipto - História - Antiguidade Egipto - Literatura - Antiguidade |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O comandante de um barco acaba de chegar ao Egipto, provavelmente a Elefantina, vindo de uma viagem à Núbia. A expedição não terá corrido da melhor forma, pois teme enfrentar o faraó. Para o confortar, um passageiro conta-lhe uma história fantástica, destinada a mostrar-lhe que mesmo nas piores circunstâncias é sempre possível um volte face. Numa outra viagem em que participou foi o único sobrevivente de um naufrágio provocado por uma violenta tempestade onde pereceram todos os tripulantes do seu barco. Acabou por ir parar a uma ilha maravilhosa, a ilha do Ka, onde se deparou com o seu único habitante, um deus-serpente. Recebido como algo de insignificante e desprezível, acabou por ser confidente da enorme serpente que, no fim, lhe permitiu regressar ao Egipto e alcançar a felicidade. É para este texto que apresentamos uma explicação à luz da época e da civilização em que se integra. |
|---|