Publicação

YAnn PotIn, Trésor, écrits, pouvoirs: Archives et bibliothèques d’État en France à la fin du Moyen Âge, Paris, CNRS Éditions, 2020. 271 pp. ISBN 978-2-35723-100-9

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Yann Potin propõe-nos, através de uma análise interdisciplinar, que olhemos para a governação política e administrativa do território a partir de instituições memorizadoras – o arquivo, a biblioteca e o tesouro - e sobretudo a partir do documento escrito, centrando a sua análise no conjunto dos documentos, seja o arquivo, seja a biblioteca, destacando-se aqui o arquivo régio, o Trésor des chartes, e a “livraria” do Louvre, a biblioteca de Carlos V. Um estudo que coloca o arquivo, que sendo um lugar, no seu lugar: não apenas como fonte da história, mas como a personagem central da própria história. Para tal, coloca em diálogo a arquivística e a história medieval, e particularmente a história dos poderes. Mas convoca ainda os contributos da história do livro, sublinhando neste particular o legado de Roger Chartier, e também da diplomática, tão cara a Olivier Guyotjeannin, da Codicologia quantitativa, através da influência de Carla Bozzolo e Ezio Ornato, e da Paleografia. Tudo isto para, no fim, fazer uma arqueologia dos arquivos das instituições.
Autores principais:Silva, Carlos Guardado da, 1971-
Assunto:Arquivos Bibliotecas Idade Média
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:recensão
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Yann Potin propõe-nos, através de uma análise interdisciplinar, que olhemos para a governação política e administrativa do território a partir de instituições memorizadoras – o arquivo, a biblioteca e o tesouro - e sobretudo a partir do documento escrito, centrando a sua análise no conjunto dos documentos, seja o arquivo, seja a biblioteca, destacando-se aqui o arquivo régio, o Trésor des chartes, e a “livraria” do Louvre, a biblioteca de Carlos V. Um estudo que coloca o arquivo, que sendo um lugar, no seu lugar: não apenas como fonte da história, mas como a personagem central da própria história. Para tal, coloca em diálogo a arquivística e a história medieval, e particularmente a história dos poderes. Mas convoca ainda os contributos da história do livro, sublinhando neste particular o legado de Roger Chartier, e também da diplomática, tão cara a Olivier Guyotjeannin, da Codicologia quantitativa, através da influência de Carla Bozzolo e Ezio Ornato, e da Paleografia. Tudo isto para, no fim, fazer uma arqueologia dos arquivos das instituições.