Publicação
Imitações da vida – Cinema clássico americano: ensaios para Mário Jorge Torres
| Resumo: | O título deste livro, Imitações da Vida, é uma evocação evidente de Imitation of Life, filme de Douglas Sirk estreado em 1959 e que representa, para o professor e crítico de cinema homenageado neste volume, o paradigma por excelência do melodrama do Cinema Clássico Americano. Todos os ensaios aqui reunidos – com diferentes registos, temas e obsessões cinematográficas – são, é certo, ensaios para Mário Jorge Torres. E no entanto, sobretudo para aqueles que tiveram o privilégio de descobrir o cinema à luz dos seus ensinamentos, ou para os que durante anos a fio o leram nas páginas dos jornais, são também ensaios escritos a partir de Mário Jorge Torres, textos devedores do seu olhar revelador, do seu entusiasmo dramático onde habita essa ideia subversiva que antes de mais o título do livro desde logo sugere: são ténues as fronteiras entre a arte e a vida – imitamos, quase sempre, as projecções do grande ecrã. |
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| Autores principais: | Bértolo, José |
| Outros Autores: | Guerreiro, Fernando; Rowland, Clara |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O título deste livro, Imitações da Vida, é uma evocação evidente de Imitation of Life, filme de Douglas Sirk estreado em 1959 e que representa, para o professor e crítico de cinema homenageado neste volume, o paradigma por excelência do melodrama do Cinema Clássico Americano. Todos os ensaios aqui reunidos – com diferentes registos, temas e obsessões cinematográficas – são, é certo, ensaios para Mário Jorge Torres. E no entanto, sobretudo para aqueles que tiveram o privilégio de descobrir o cinema à luz dos seus ensinamentos, ou para os que durante anos a fio o leram nas páginas dos jornais, são também ensaios escritos a partir de Mário Jorge Torres, textos devedores do seu olhar revelador, do seu entusiasmo dramático onde habita essa ideia subversiva que antes de mais o título do livro desde logo sugere: são ténues as fronteiras entre a arte e a vida – imitamos, quase sempre, as projecções do grande ecrã. |
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