Publicação
Problemática do diagnóstico da infecção/doença por CMV no doente com infeção por VIH
| Resumo: | Mesmo na era pós-terapêutica antiretrovírica combinada, a infeção por Vírus da Imunodeficiência Humana continua a ser um grande flagelo da saúde a nível mundial com cerca de 36,9 milhões de pessoas infetadas. Embora a dinâmica da infeção tenha mudado muito após a introdução da terapêutica antiretrovírica combinada, ainda se verificam muitos casos de grande degradação do estado imunitário secundária a esta infeção, pelo que as infeções oportunistas ainda são motivo de preocupação. A infeção por Citomegalovírus, é uma das infecções oportunistas que mais diminuída viu a sua prevalência. No entanto, sendo que mais de 90% dos doentes com infeção por VIH são seropositivos para CMV é de extrema importância perceber quando estamos perante uma infeção ativa que deve ser tratada. Dado que, as manifestações clínicas da infeção por CMV são muitas vezes inespecíficas, dependemos dos métodos diagnósticos para orientar a decisão clínica. No entanto, os métodos diagnósticos disponíveis apresentam limitações, nomeadamente, ausência de padronização de resultados. Este facto leva-nos à problemática de como podemos interpretar os resultados obtidos. Pretende-se com esta tese fazer uma revisão da literatura existente, com o objetivo de encontrar um consenso, e estabelecer um valor padrão que atribua valor prático aos referidos testes e que por outro lado possa ser orientador da decisão clínica. |
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| Autores principais: | Fialho, Vera Cardoso, 1992- |
| Assunto: | VIH SIDA Infecções oportunistas Citomegalovirus Reacção em cadeia da polimerase Métodos de diagnóstico |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Mesmo na era pós-terapêutica antiretrovírica combinada, a infeção por Vírus da Imunodeficiência Humana continua a ser um grande flagelo da saúde a nível mundial com cerca de 36,9 milhões de pessoas infetadas. Embora a dinâmica da infeção tenha mudado muito após a introdução da terapêutica antiretrovírica combinada, ainda se verificam muitos casos de grande degradação do estado imunitário secundária a esta infeção, pelo que as infeções oportunistas ainda são motivo de preocupação. A infeção por Citomegalovírus, é uma das infecções oportunistas que mais diminuída viu a sua prevalência. No entanto, sendo que mais de 90% dos doentes com infeção por VIH são seropositivos para CMV é de extrema importância perceber quando estamos perante uma infeção ativa que deve ser tratada. Dado que, as manifestações clínicas da infeção por CMV são muitas vezes inespecíficas, dependemos dos métodos diagnósticos para orientar a decisão clínica. No entanto, os métodos diagnósticos disponíveis apresentam limitações, nomeadamente, ausência de padronização de resultados. Este facto leva-nos à problemática de como podemos interpretar os resultados obtidos. Pretende-se com esta tese fazer uma revisão da literatura existente, com o objetivo de encontrar um consenso, e estabelecer um valor padrão que atribua valor prático aos referidos testes e que por outro lado possa ser orientador da decisão clínica. |
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