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Crescimento, desigualdade e pobreza no Brasil

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente dissertação pretende estudar a pobreza e a desigualdade no Brasil, enquanto país que se tem evidenciado pelo seu crescimento económico. Abordam-se esses factores a partir da definição de desenvolvimento enquanto fenómeno integrado, que abarca o crescimento económico mas também a melhoria das condições de vida. Para o efeito, recorreu-se à análise de bibliografia e a dados disponibilizados por organizações internacionais e instituições do país. Não obstante a evolução do crescimento económico brasileiro, os indicadores de pobreza e desigualdade apresentam ainda valores elevados, apesar de terem melhorado a partir do momento em que o seu governo implementou políticas e programas redistributivos, manifestando preocupações sociais. Para a redução da pobreza, a via do crescimento económico é mais lenta quando comparada com a implementação de políticas redistributivas.
Autores principais:Castro, Ana Paula Pimentel de
Assunto:Brasil Desenvolvimento Crescimento, Desigualdade Pobreza Estado Brazil Development Growth Inequality Poverty State
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A presente dissertação pretende estudar a pobreza e a desigualdade no Brasil, enquanto país que se tem evidenciado pelo seu crescimento económico. Abordam-se esses factores a partir da definição de desenvolvimento enquanto fenómeno integrado, que abarca o crescimento económico mas também a melhoria das condições de vida. Para o efeito, recorreu-se à análise de bibliografia e a dados disponibilizados por organizações internacionais e instituições do país. Não obstante a evolução do crescimento económico brasileiro, os indicadores de pobreza e desigualdade apresentam ainda valores elevados, apesar de terem melhorado a partir do momento em que o seu governo implementou políticas e programas redistributivos, manifestando preocupações sociais. Para a redução da pobreza, a via do crescimento económico é mais lenta quando comparada com a implementação de políticas redistributivas.