Publicação
A colonoscopia no rastreio do cancro do cólon e reto
| Resumo: | A colonoscopia tem um papel muito importante no diagnóstico precoce e prevenção do cancro do cólon e reto (CCR), dado o aumento da incidência desta doença nos últimos anos e à taxa de cobertura do rastreio, ainda bastante reduzida na população portuguesa. A colonoscopia tem sofrido uma evolução progressiva, com a otimização da preparação intestinal e o desenvolvimento de colonoscópios inovadores e novas tecnologias baseadas em processamento de imagem, com o objetivo de aumentar a taxa de entubação cecal e a taxa de deteção de adenomas, parâmetros fundamentais na avaliação da qualidade do exame. Apesar do risco inerente de perfuração, hemorragia e outros efeitos adversos, a colonoscopia é considerada uma técnica segura e custo-efetiva, com capacidade de reduzir a incidência e a mortalidade associadas ao CCR. As recomendações mais recentes definem a colonoscopia como o gold standard para o rastreio, se realizada de 10-10 anos entre os 50 e os 75 anos de idade (podendo ser necessário um intervalo mais curto ou um início mais precoce em grupos de risco aumentado). Existem várias alternativas à colonoscopia para o rastreio do CCR; o melhor método de rastreio será sempre aquele que se consegue fazer na prática, e de forma correta, melhorando a qualidade de vida dos indivíduos rastreados. |
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| Autores principais: | Simões, Pedro Miguel Duarte |
| Assunto: | Colonoscopia Cancro do cólon e do reto Endoscopia com realce de imagem Colonoscopia de espectro completo Taxa de deteção de adenomas Cancro de intervalo |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A colonoscopia tem um papel muito importante no diagnóstico precoce e prevenção do cancro do cólon e reto (CCR), dado o aumento da incidência desta doença nos últimos anos e à taxa de cobertura do rastreio, ainda bastante reduzida na população portuguesa. A colonoscopia tem sofrido uma evolução progressiva, com a otimização da preparação intestinal e o desenvolvimento de colonoscópios inovadores e novas tecnologias baseadas em processamento de imagem, com o objetivo de aumentar a taxa de entubação cecal e a taxa de deteção de adenomas, parâmetros fundamentais na avaliação da qualidade do exame. Apesar do risco inerente de perfuração, hemorragia e outros efeitos adversos, a colonoscopia é considerada uma técnica segura e custo-efetiva, com capacidade de reduzir a incidência e a mortalidade associadas ao CCR. As recomendações mais recentes definem a colonoscopia como o gold standard para o rastreio, se realizada de 10-10 anos entre os 50 e os 75 anos de idade (podendo ser necessário um intervalo mais curto ou um início mais precoce em grupos de risco aumentado). Existem várias alternativas à colonoscopia para o rastreio do CCR; o melhor método de rastreio será sempre aquele que se consegue fazer na prática, e de forma correta, melhorando a qualidade de vida dos indivíduos rastreados. |
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