Publicação
Conhecer o nosso “tempo”? Aprender o Clima, Alterações Climáticas e Educação Ambiental. Geografia, 7º ano de escolaridade
| Resumo: | O presente relatório de Prática de Ensino Supervisionada, elaborado no âmbito do Mestrado em Ensino de Geografia no 3.ºCiclo do Ensino Básico e Ensino Secundário, da Universidade de Lisboa, é relativo à implementação de uma experiência didática, realizada na Escola Básica 2,3 Miguel Torga, numa turma do 7º ano de escolaridade. Foi lecionado o subtema “Clima e Formações Vegetais”, do tema “Meio Natural”. De modo a atingir todos os objetivos e competências, desenvolveu-se várias estratégias com a finalidade de tornar as aulas dinâmicas, adaptando-as, assim, às caraterísticas da turma. Entre as estratégias adotadas, contam-se os trabalhos de grupo, a exploração de vídeos e uma visita de estudo. De modo a apoiar a aprendizagem dos alunos, recorreu-se a aplicativos informáticos educativos, à mobilização de recursos tecnológicos como os tablets e/ou os telemóveis para realizar pesquisas e à utilização de vários instrumentos de medição relativos ao clima, com o intuito de tornar as aulas centradas nos alunos. O quadro e o manual escolar também foram fundamentais, para a turma acompanhar as aulas. Ao longo da sequência letiva foi utilizada a avaliação formativa, e a avaliação sumativa, com realização de um teste. Nas aulas, foi assinalável o envolvimento de todos os alunos, com menor ou melhor aproveitamento, tendo os primeiros sentido uma maior necessidade de apoio. Verificou-se uma grande adesão dos alunos a estratégias de trabalho mais práticas que exigiam a sua participação, mantendo-se nos resultados a diferenciação já existente entre os alunos com melhor ou menor aproveitamento. As estratégias mais mobilizadoras foram a demonstração dos aparelhos de medição climática por dois investigadores, seguida, sobretudo, da visita de estudo à Estufa Fria de Lisboa. |
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| Autores principais: | Moniz, Beatriz Vieira |
| Assunto: | Geografia Estado do tempo Clima Alterações climáticas Educação Ambiental e Aprendizagens Essenciais |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O presente relatório de Prática de Ensino Supervisionada, elaborado no âmbito do Mestrado em Ensino de Geografia no 3.ºCiclo do Ensino Básico e Ensino Secundário, da Universidade de Lisboa, é relativo à implementação de uma experiência didática, realizada na Escola Básica 2,3 Miguel Torga, numa turma do 7º ano de escolaridade. Foi lecionado o subtema “Clima e Formações Vegetais”, do tema “Meio Natural”. De modo a atingir todos os objetivos e competências, desenvolveu-se várias estratégias com a finalidade de tornar as aulas dinâmicas, adaptando-as, assim, às caraterísticas da turma. Entre as estratégias adotadas, contam-se os trabalhos de grupo, a exploração de vídeos e uma visita de estudo. De modo a apoiar a aprendizagem dos alunos, recorreu-se a aplicativos informáticos educativos, à mobilização de recursos tecnológicos como os tablets e/ou os telemóveis para realizar pesquisas e à utilização de vários instrumentos de medição relativos ao clima, com o intuito de tornar as aulas centradas nos alunos. O quadro e o manual escolar também foram fundamentais, para a turma acompanhar as aulas. Ao longo da sequência letiva foi utilizada a avaliação formativa, e a avaliação sumativa, com realização de um teste. Nas aulas, foi assinalável o envolvimento de todos os alunos, com menor ou melhor aproveitamento, tendo os primeiros sentido uma maior necessidade de apoio. Verificou-se uma grande adesão dos alunos a estratégias de trabalho mais práticas que exigiam a sua participação, mantendo-se nos resultados a diferenciação já existente entre os alunos com melhor ou menor aproveitamento. As estratégias mais mobilizadoras foram a demonstração dos aparelhos de medição climática por dois investigadores, seguida, sobretudo, da visita de estudo à Estufa Fria de Lisboa. |
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