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Acquisition of european portuguese cleft structures by L1 Mandarin learners

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Resumo:A presente dissertação debruça-se sobre a aquisição de estruturas clivadas do português europeu (PE) por aprendentes que têm chinês mandarim (CM) como L1 e inglês como L2. Foi realizado um estudo experimental, com base numa tarefa de juízo de aceitabilidade, sobre a aquisição das seguintes estruturas em PE: clivadas de é que, clivadas canónicas, semipseudoclivadas e pseudoclivadas; foi ainda testada uma estrutura superficialmente idêntica à clivada canónica mas sem C preenchido, agramatical em PE. As questões de investigação que guiaram o presente trabalho são: (i) que diferenças estruturais apresentam as clivadas do PE e as do CM? (ii) as diferenças sintáticas levantam obstáculos à aquisição de clivadas do PE por sujeitos que têm o CM como L1? (iii) em caso afirmativo, os alunos podem superar os obstáculos potenciais? (iv) que tipo de clivadas do PE colocam mais dificuldade na aquisição por falantes L1-CM? (v) outras línguas previamente adquiridas pelos alunos influenciarão a aquisição destas estruturas do PE? Têm sido avançadas propostas diversificadas da sintaxe das estruturas clivadas em PE. Discutindo se todos tipos de clivadas têm por base uma estrutura sintática idêntica, as análises sintáticas prévias dividem-se em dois tipos: análises unificadas (Ambar, 1999; Costa e Duarte, 2001, 2005) e análises não-unificadas (Lobo, 2006; Soares, 2006). No tocante à aquisição da linguagem, atestou-se uma escala de emergência e diferente frequência de diferentes estratégias de clivagem (Lobo, Santos e Soares-Jesel, 2016), o que forneceu argumentos para a análise não-unificada. Em linha com Lobo (2006), Soares (2006) e Lobo, Santos e Soares-Jesel (2016), assume-se que: i) as clivadas canónicas envolvem movimento do constituinte clivado para uma posição periférica associada a um traço [+foco] na oração encaixada; ii) uma estrutura mono-oracional é proposta para as clivadas de é que, em que esta expressão lexicaliza uma categoria funcional na periferia esquerda da frase, a que se associa um traço [+foco]; iii) as pseudoclivadas são estruturas identificacionais em que o verbo “ser” seleciona uma Oração Pequena composta por uma oração clivada que é semelhante a uma relativa livre e um constituinte focalizado externo à oração tipo CP; iv) nas semipseudoclivadas, o verbo “ser”, reanalisado como um marcador de foco contrastivo, marca a fronteira da periferia esquerda de vP, e o constituinte clivado está in situ, sob escopo do marcador de foco. No que respeita à aquisição de língua não materna, prediz-se que o desenvolvimento da gramática das diferentes estruturas clivadas de aprendentes não ocorre de forma homogénea. Para as estruturas clivadas do CM, comparando as diferentes análises (Huang, 1988, 1998; Simpson e Wu, 2002; Cheng, 2008; Paul e Whitman, 2008; Hole, 2011, etc.), propomos que: i) as pseudoclivadas do CM e do PE partilham na base uma estrutura sintática semelhante, i.e. uma estrutura identificacional; ii) nas clivadas de shì simples, está envolvido foco prosódico, não sendo a posição de focalização associada à periferia esquerda ou a uma projeção de foco interna; iii) nas clivadas shì...de, à luz de Belletti (2004), o traço [+foco] é associado a uma projeção abaixo de vP, FocP, para a qual sobe o sujeito ou adjunto clivado, e o objeto, quando recebe o foco, fica na posição final de frase, de acordo com a Regra do Acento Nuclear (Nuclear Stress Rule), em linha com Cinque (1993). É de notar que, no CM, o objeto não pode ser clivado nas clivadas de shì simples ou nas clivadas shì V O de, ao contrário do que acontece com sujeito. Em suma, o facto de o português dispor de categorias que marcam foco contrastivo e a associação do traço [+foco] a diferentes categorias funcionais nas duas línguas determinam as diferenças entre as clivadas do CM e a sua contrapartida portuguesa. No que diz respeito à aquisição de língua não materna (ALNM), dado que estes aprendentes geralmente adquiriram inglês como L2 antes do PE, levou-se também em consideração a influência potencial da L2 inglês. À luz da Hipótese de Reconfiguração de Traços (Lardiere, 2008, 2009), assume-se que, para adquirir as estruturas clivadas do PE, um aprendente L1-CM teria de desassociar o traço [+ foco] do Foc0 baixo no CM e associá-lo a categorias diferentes, mais especificamente, uma categoria funcional na periferia esquerda nas clivadas de é-que e nas clivadas canónicas; nas semipseudoclivadas, deve ser associado ao verbo “ser” na fronteira da periferia esquerda de vP; nas pseudoclivadas, assume-se que a configuração do PE é idêntica à do CM, e nesse caso, o simples mapeamento dos traços na L1 e na L2 poderá assegurar a aquisição da gramática-alvo, pelo que não se espera que haja problemas para os aprendentes. No entanto, considera-se também que a aquisição de clivadas canónicas pode ser facilitada pela L2 inglês, conforme predizem os modelos da aquisição de L3 como o Modelo da Melhoria Cumulativa (MMC, e.g., Flynn et al. 2004) e o Modelo de Primazia Tipológica (MPT, e.g., Rothman, 2011). Para testar a aceitação, pelos falantes de L3, de diferentes estruturas clivadas do PE, foram aplicadas duas tarefas de juízo de aceitabilidade, um teste centrado em diferentes clivadas de sujeito e objeto (de é que, canónicas, estruturas superficialmente idênticas às clivadas canónicas sem C preenchido, semipseudoclivadas e pseudoclivadas), e outro centrado na concordância sujeito-verbo em clivadas com sujeito plural. Foi usada uma escala de Likert com quatro pontos. Os testes foram aplicados a três grupos de falantes do CM (N = 60), subdivididos por nível de proficiência (B1-23; B2-20; C1-17), e a um grupo de controlo de 21 falantes nativos do PE. Adicionalmente, foram aplicados dois testes centrados em clivadas do inglês para examinar a transferência eventual da L2. A observação global dos resultados mostra que os aprendentes não rejeitam clivadas de objeto. As clivadas canónicas de sujeito e objeto são aceites pelos participantes independentemente da sua proficiência, seguidas pelas pseudoclivadas. Ao contrário, as clivadas de é que de sujeito parecem problemáticas para os grupos dos níveis intermédios por contraste com o grupo de controlo; no caso das clivadas de é que de objeto, ainda que os aprendentes em geral rejeitassem a estrutura, a surpreendente baixa aceitação por parte do grupo de controlo torna a comparação mais complexa. As estruturas sem C preenchido e as semipseudoclivadas foram uniformemente rejeitadas por todos os aprendentes. Quanto às questões de concordância, analisadas no teste 2, a aceitação de clivadas canónicas sem concordância é sobretudo observada no grupo do nível mais baixo testado, B1. Contudo, a aceitação de pseudoclivadas com concordância não esperada é persistente em todos os níveis, sendo também atestada no grupo de controlo, embora de forma reduzida. Assim, embora os falantes aceitem no teste 1 as clivadas canónicas e pseudoclivadas, não adquiriram completamente a gramática-alvo. Os resultados apresentados não questionam um possível efeito facilitador da L2, esperado de acordo com modelos como o MMC ou o MPT, uma vez que não se atesta rejeição generalizada de clivadas de objeto nem aceitação de C vazio em clivadas, o que implica que a associação do traço [+foco] à periferia esquerda está adquirida. No caso das clivadas de é que e das semipseudoclivadas, explorámos a hipótese de que a dificuldade dos falantes possa ser associar um traço [+foco] à expressão é que e a “ser” nas semipseudoclivadas. Quanto à concordância em pseudoclivadas e em clivadas canónicas, a persistência dos problemas pode sugerir uma influência da concordância semântica. O presente estudo realizou uma análise comparativa da sintaxe das estruturas clivadas do PE e do CM, e evidenciou uma escala de dificuldade na aquisição de L3 de estruturas clivadas do PE por falantes de L1-CM: clivadas canónicas > pseudoclivadas > clivadas de é-que > semipseudoclivadas. Não obstante, as estruturas sintáticas dos vários tipos de estruturas clivadas do PE, CM e inglês e a natureza de tais estruturas na interface sintaxe-discurso requerem uma análise mais aprofundada. A sensibilidade mostrada pelos falantes nativos aos diferentes padrões de clivadas e às diferentes funções sintáticas dos constituintes clivados também despertou a nossa atenção e pode levar a uma investigação mais aprofundada. Além de testar clivadas de sujeito e de objeto, mais testes poderão ser conduzidos sobre a clivagem de outros constituintes com diversas funções sintáticas. Os contrastes nas respostas dos falantes nativos e dos aprendentes no trabalho experimental deixam questões em aberto. Por exemplo, na área do processamento linguístico, seria interessante averiguar se os falantes nativos e os falantes L2 avançados processam certas estruturas distintamente. No que diz respeito a questões mais gerais no âmbito dos estudos em ALNM, embora não seja o objetivo deste estudo corroborar nenhum modelo de SLA, estudos futuros poderiam concentrar-se em discernir os potenciais efeitos de L1 ou/e de L2 na aquisição de L3 da sintaxe do PE.
Autores principais:Li, Xinyi
Assunto:Língua portuguesa - Estudo e ensino - Falantes do chinês Língua portuguesa - Sintaxe Língua portuguesa - Aquisição linguística Teses de mestrado - 2020
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:inglês
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A presente dissertação debruça-se sobre a aquisição de estruturas clivadas do português europeu (PE) por aprendentes que têm chinês mandarim (CM) como L1 e inglês como L2. Foi realizado um estudo experimental, com base numa tarefa de juízo de aceitabilidade, sobre a aquisição das seguintes estruturas em PE: clivadas de é que, clivadas canónicas, semipseudoclivadas e pseudoclivadas; foi ainda testada uma estrutura superficialmente idêntica à clivada canónica mas sem C preenchido, agramatical em PE. As questões de investigação que guiaram o presente trabalho são: (i) que diferenças estruturais apresentam as clivadas do PE e as do CM? (ii) as diferenças sintáticas levantam obstáculos à aquisição de clivadas do PE por sujeitos que têm o CM como L1? (iii) em caso afirmativo, os alunos podem superar os obstáculos potenciais? (iv) que tipo de clivadas do PE colocam mais dificuldade na aquisição por falantes L1-CM? (v) outras línguas previamente adquiridas pelos alunos influenciarão a aquisição destas estruturas do PE? Têm sido avançadas propostas diversificadas da sintaxe das estruturas clivadas em PE. Discutindo se todos tipos de clivadas têm por base uma estrutura sintática idêntica, as análises sintáticas prévias dividem-se em dois tipos: análises unificadas (Ambar, 1999; Costa e Duarte, 2001, 2005) e análises não-unificadas (Lobo, 2006; Soares, 2006). No tocante à aquisição da linguagem, atestou-se uma escala de emergência e diferente frequência de diferentes estratégias de clivagem (Lobo, Santos e Soares-Jesel, 2016), o que forneceu argumentos para a análise não-unificada. Em linha com Lobo (2006), Soares (2006) e Lobo, Santos e Soares-Jesel (2016), assume-se que: i) as clivadas canónicas envolvem movimento do constituinte clivado para uma posição periférica associada a um traço [+foco] na oração encaixada; ii) uma estrutura mono-oracional é proposta para as clivadas de é que, em que esta expressão lexicaliza uma categoria funcional na periferia esquerda da frase, a que se associa um traço [+foco]; iii) as pseudoclivadas são estruturas identificacionais em que o verbo “ser” seleciona uma Oração Pequena composta por uma oração clivada que é semelhante a uma relativa livre e um constituinte focalizado externo à oração tipo CP; iv) nas semipseudoclivadas, o verbo “ser”, reanalisado como um marcador de foco contrastivo, marca a fronteira da periferia esquerda de vP, e o constituinte clivado está in situ, sob escopo do marcador de foco. No que respeita à aquisição de língua não materna, prediz-se que o desenvolvimento da gramática das diferentes estruturas clivadas de aprendentes não ocorre de forma homogénea. Para as estruturas clivadas do CM, comparando as diferentes análises (Huang, 1988, 1998; Simpson e Wu, 2002; Cheng, 2008; Paul e Whitman, 2008; Hole, 2011, etc.), propomos que: i) as pseudoclivadas do CM e do PE partilham na base uma estrutura sintática semelhante, i.e. uma estrutura identificacional; ii) nas clivadas de shì simples, está envolvido foco prosódico, não sendo a posição de focalização associada à periferia esquerda ou a uma projeção de foco interna; iii) nas clivadas shì...de, à luz de Belletti (2004), o traço [+foco] é associado a uma projeção abaixo de vP, FocP, para a qual sobe o sujeito ou adjunto clivado, e o objeto, quando recebe o foco, fica na posição final de frase, de acordo com a Regra do Acento Nuclear (Nuclear Stress Rule), em linha com Cinque (1993). É de notar que, no CM, o objeto não pode ser clivado nas clivadas de shì simples ou nas clivadas shì V O de, ao contrário do que acontece com sujeito. Em suma, o facto de o português dispor de categorias que marcam foco contrastivo e a associação do traço [+foco] a diferentes categorias funcionais nas duas línguas determinam as diferenças entre as clivadas do CM e a sua contrapartida portuguesa. No que diz respeito à aquisição de língua não materna (ALNM), dado que estes aprendentes geralmente adquiriram inglês como L2 antes do PE, levou-se também em consideração a influência potencial da L2 inglês. À luz da Hipótese de Reconfiguração de Traços (Lardiere, 2008, 2009), assume-se que, para adquirir as estruturas clivadas do PE, um aprendente L1-CM teria de desassociar o traço [+ foco] do Foc0 baixo no CM e associá-lo a categorias diferentes, mais especificamente, uma categoria funcional na periferia esquerda nas clivadas de é-que e nas clivadas canónicas; nas semipseudoclivadas, deve ser associado ao verbo “ser” na fronteira da periferia esquerda de vP; nas pseudoclivadas, assume-se que a configuração do PE é idêntica à do CM, e nesse caso, o simples mapeamento dos traços na L1 e na L2 poderá assegurar a aquisição da gramática-alvo, pelo que não se espera que haja problemas para os aprendentes. No entanto, considera-se também que a aquisição de clivadas canónicas pode ser facilitada pela L2 inglês, conforme predizem os modelos da aquisição de L3 como o Modelo da Melhoria Cumulativa (MMC, e.g., Flynn et al. 2004) e o Modelo de Primazia Tipológica (MPT, e.g., Rothman, 2011). Para testar a aceitação, pelos falantes de L3, de diferentes estruturas clivadas do PE, foram aplicadas duas tarefas de juízo de aceitabilidade, um teste centrado em diferentes clivadas de sujeito e objeto (de é que, canónicas, estruturas superficialmente idênticas às clivadas canónicas sem C preenchido, semipseudoclivadas e pseudoclivadas), e outro centrado na concordância sujeito-verbo em clivadas com sujeito plural. Foi usada uma escala de Likert com quatro pontos. Os testes foram aplicados a três grupos de falantes do CM (N = 60), subdivididos por nível de proficiência (B1-23; B2-20; C1-17), e a um grupo de controlo de 21 falantes nativos do PE. Adicionalmente, foram aplicados dois testes centrados em clivadas do inglês para examinar a transferência eventual da L2. A observação global dos resultados mostra que os aprendentes não rejeitam clivadas de objeto. As clivadas canónicas de sujeito e objeto são aceites pelos participantes independentemente da sua proficiência, seguidas pelas pseudoclivadas. Ao contrário, as clivadas de é que de sujeito parecem problemáticas para os grupos dos níveis intermédios por contraste com o grupo de controlo; no caso das clivadas de é que de objeto, ainda que os aprendentes em geral rejeitassem a estrutura, a surpreendente baixa aceitação por parte do grupo de controlo torna a comparação mais complexa. As estruturas sem C preenchido e as semipseudoclivadas foram uniformemente rejeitadas por todos os aprendentes. Quanto às questões de concordância, analisadas no teste 2, a aceitação de clivadas canónicas sem concordância é sobretudo observada no grupo do nível mais baixo testado, B1. Contudo, a aceitação de pseudoclivadas com concordância não esperada é persistente em todos os níveis, sendo também atestada no grupo de controlo, embora de forma reduzida. Assim, embora os falantes aceitem no teste 1 as clivadas canónicas e pseudoclivadas, não adquiriram completamente a gramática-alvo. Os resultados apresentados não questionam um possível efeito facilitador da L2, esperado de acordo com modelos como o MMC ou o MPT, uma vez que não se atesta rejeição generalizada de clivadas de objeto nem aceitação de C vazio em clivadas, o que implica que a associação do traço [+foco] à periferia esquerda está adquirida. No caso das clivadas de é que e das semipseudoclivadas, explorámos a hipótese de que a dificuldade dos falantes possa ser associar um traço [+foco] à expressão é que e a “ser” nas semipseudoclivadas. Quanto à concordância em pseudoclivadas e em clivadas canónicas, a persistência dos problemas pode sugerir uma influência da concordância semântica. O presente estudo realizou uma análise comparativa da sintaxe das estruturas clivadas do PE e do CM, e evidenciou uma escala de dificuldade na aquisição de L3 de estruturas clivadas do PE por falantes de L1-CM: clivadas canónicas > pseudoclivadas > clivadas de é-que > semipseudoclivadas. Não obstante, as estruturas sintáticas dos vários tipos de estruturas clivadas do PE, CM e inglês e a natureza de tais estruturas na interface sintaxe-discurso requerem uma análise mais aprofundada. A sensibilidade mostrada pelos falantes nativos aos diferentes padrões de clivadas e às diferentes funções sintáticas dos constituintes clivados também despertou a nossa atenção e pode levar a uma investigação mais aprofundada. Além de testar clivadas de sujeito e de objeto, mais testes poderão ser conduzidos sobre a clivagem de outros constituintes com diversas funções sintáticas. Os contrastes nas respostas dos falantes nativos e dos aprendentes no trabalho experimental deixam questões em aberto. Por exemplo, na área do processamento linguístico, seria interessante averiguar se os falantes nativos e os falantes L2 avançados processam certas estruturas distintamente. No que diz respeito a questões mais gerais no âmbito dos estudos em ALNM, embora não seja o objetivo deste estudo corroborar nenhum modelo de SLA, estudos futuros poderiam concentrar-se em discernir os potenciais efeitos de L1 ou/e de L2 na aquisição de L3 da sintaxe do PE.