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A tributação do pecado : uma abordagem comportamental

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente dissertação tem como objetivo a análise da evolução dos IEC, mais precisamente dos Impostos sobre o Pecado, o seu enquadramento e os seus efeitos na ordem jurídica portuguesa. Se anteriormente este tipo de tributação era desvalorizado ou seria um tema menos relevante, hoje não poderemos fazer tal afirmação. A oferta era limitada e a procura não tão vincada, atualmente existe uma grande oferta e uma procura ainda maior. Juridicamente é indiscutível que os IEC têm vindo a ganhar o seu lugar no universo tributário, todavia a discussão estará na sua efetividade, nomeadamente naquilo que poderá ser feito para que estes sejam mais efetivos e notados pelo consumidor. Apesar das divergências acerca da bondade deste tipo de impostos e do papel que o Estado assume com a tributação dos bens de demérito é certo que o seu lugar se encontra bem sedimentado e que são essenciais. A questão fulcral será a existência de um reforço através da Economia Comportamental, se através do reforço cedido pelos nudges aos Impostos e às medidas às quais nos encontramos sujeitos, respeitam os princípios vertidos na CRP e se não serão mecanismos utilizados em vão, tornando o Estado demasiado paternalista.
Autores principais:Pedro, Marta Ferreira
Assunto:Impostos especiais de consumo Tributação Consumidor Bens Economia comportamental Paternalismo Teses de mestrado - 2025 Excise duty Taxation Consumer Goods Behavioral economics Paternalism
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A presente dissertação tem como objetivo a análise da evolução dos IEC, mais precisamente dos Impostos sobre o Pecado, o seu enquadramento e os seus efeitos na ordem jurídica portuguesa. Se anteriormente este tipo de tributação era desvalorizado ou seria um tema menos relevante, hoje não poderemos fazer tal afirmação. A oferta era limitada e a procura não tão vincada, atualmente existe uma grande oferta e uma procura ainda maior. Juridicamente é indiscutível que os IEC têm vindo a ganhar o seu lugar no universo tributário, todavia a discussão estará na sua efetividade, nomeadamente naquilo que poderá ser feito para que estes sejam mais efetivos e notados pelo consumidor. Apesar das divergências acerca da bondade deste tipo de impostos e do papel que o Estado assume com a tributação dos bens de demérito é certo que o seu lugar se encontra bem sedimentado e que são essenciais. A questão fulcral será a existência de um reforço através da Economia Comportamental, se através do reforço cedido pelos nudges aos Impostos e às medidas às quais nos encontramos sujeitos, respeitam os princípios vertidos na CRP e se não serão mecanismos utilizados em vão, tornando o Estado demasiado paternalista.