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Impactos do aumento da idade da reforma

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Com o envelhecimento da população, e, a maior prevalência das pensões na sociedade, cresce a pressão no sistema de pensões, o que dificulta a sua sustentabilidade. Como tal, os governos nacionais optam por aumentar a idade das reformas. Contudo, e uma vez que, com isso, postos de trabalho são mantidos por mais tempo, empresas e restante erário público comportam, cada vez mais, trabalhadores envelhecidos que, face aos agrupados na prime age, poderão estar a pôr em causa a produtividade nacional, pelas perdas alegadas de capacidade e por doenças crónicas ligadas ao envelhecimento. Por outro lado, e não pondo de parte a instabilidade dos mais jovens, rendimentos e transferências entre indivíduos parecem reduzir-se. Sobretudo, entre aqueles que são mais pobres. Neste contexto, e verificando se as finanças públicas dos sistemas da CGA e da Segurança Social beneficiam igualmente com esta situação, assim como, a sociedade no seu todo e a economia nacional, o presente trabalho investiga se os impactos dos aumentos nas idades das reformas são positivos, em conjunto com algumas das medidas que influenciam os resultados, e se existem ou não soluções para algumas das principais dificuldades.
Autores principais:Soares, João Pedro Gonçalves
Assunto:Envelhecimento Sistema de pensões Reforma Aumento da idade da reforma Trabalho Trabalhadores idosos Trabalhadores jovens Instabilidade laboral Produtividade Doenças crónicas Transferências intergeracionais Finanças públicas Ageing Pension system Retirement Increasing retirement age Work Older workers Young workers Work instability Productivity Chronic diseases Intergenerational transfers Public finances
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Com o envelhecimento da população, e, a maior prevalência das pensões na sociedade, cresce a pressão no sistema de pensões, o que dificulta a sua sustentabilidade. Como tal, os governos nacionais optam por aumentar a idade das reformas. Contudo, e uma vez que, com isso, postos de trabalho são mantidos por mais tempo, empresas e restante erário público comportam, cada vez mais, trabalhadores envelhecidos que, face aos agrupados na prime age, poderão estar a pôr em causa a produtividade nacional, pelas perdas alegadas de capacidade e por doenças crónicas ligadas ao envelhecimento. Por outro lado, e não pondo de parte a instabilidade dos mais jovens, rendimentos e transferências entre indivíduos parecem reduzir-se. Sobretudo, entre aqueles que são mais pobres. Neste contexto, e verificando se as finanças públicas dos sistemas da CGA e da Segurança Social beneficiam igualmente com esta situação, assim como, a sociedade no seu todo e a economia nacional, o presente trabalho investiga se os impactos dos aumentos nas idades das reformas são positivos, em conjunto com algumas das medidas que influenciam os resultados, e se existem ou não soluções para algumas das principais dificuldades.