Publicação
Segurança alimentar na preparação de alimentos em casa
| Resumo: | Os efeitos dos microrganismos sobre o ser humano e os alimentos são investigados desde o século XIX. Estes efeitos podem ser benéficos e até usados na confeção de alimentos, mas também podem provocar a sua deterioração, alterando características como o cheiro, sabor e aspeto. Estas alterações podem também provocar efeitos nocivos na saúde do consumidor. Estes perigos são considerados um grave problema de saúde para a humanidade, e devido ao avanço da microbiologia e da medicina, a origem destes perigos tem sido mais facilmente identificada, sendo também mais simples de definir os métodos mais eficazes de os evitar. No entanto, apesar da dedicação por parte de entidades como a Organização Mundial de Saúde, e de iniciativas de educação e promoção para uma adequada saúde alimentar, com o objetivo de promover diversas medidas para uma melhoria da segurança alimentar, as doenças de origem alimentar continuam a estar amplamente presentes nos países desenvolvidos e não apenas nos países em desenvolvimento. Existe uma necessidade de transmitir conhecimento de uma forma acessível para os leigos nesta área e assim consciencializar muito mais pessoas para os perigos associados à incorreta utilização dos alimentos. Com esse intuito foram desenvolvidas as “Cinco Chaves para uma Alimentação Mais Segura”, que explica os princípios básicos de higiene que qualquer ser humano, quer num país desenvolvido ou em desenvolvimento, deve ter em conta de modo a assegurar as boas práticas e diminuir a propagação de doenças alimentares. Sem a adoção destas várias medidas concretas por parte dos consumidores nos vários passos da preparação de alimentos, nunca será possível garantir a segurança alimentar nas habitações, nem a educação sobre estes hábitos para as gerações futuras. Existem várias razões encontradas para a não adoção destas medidas, mas também existem várias soluções possíveis para o aumento do conhecimento dos cidadãos na comunidade e consequente melhoria de hábitos positivos para a promoção de uma segurança alimentar adequada. |
|---|---|
| Autores principais: | Oliveira, Leonardo Escudeiro Marques de |
| Assunto: | Alimentos Microrganismos Segurança Higiene Cozinha Mestrado Integrado - 2017 |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Os efeitos dos microrganismos sobre o ser humano e os alimentos são investigados desde o século XIX. Estes efeitos podem ser benéficos e até usados na confeção de alimentos, mas também podem provocar a sua deterioração, alterando características como o cheiro, sabor e aspeto. Estas alterações podem também provocar efeitos nocivos na saúde do consumidor. Estes perigos são considerados um grave problema de saúde para a humanidade, e devido ao avanço da microbiologia e da medicina, a origem destes perigos tem sido mais facilmente identificada, sendo também mais simples de definir os métodos mais eficazes de os evitar. No entanto, apesar da dedicação por parte de entidades como a Organização Mundial de Saúde, e de iniciativas de educação e promoção para uma adequada saúde alimentar, com o objetivo de promover diversas medidas para uma melhoria da segurança alimentar, as doenças de origem alimentar continuam a estar amplamente presentes nos países desenvolvidos e não apenas nos países em desenvolvimento. Existe uma necessidade de transmitir conhecimento de uma forma acessível para os leigos nesta área e assim consciencializar muito mais pessoas para os perigos associados à incorreta utilização dos alimentos. Com esse intuito foram desenvolvidas as “Cinco Chaves para uma Alimentação Mais Segura”, que explica os princípios básicos de higiene que qualquer ser humano, quer num país desenvolvido ou em desenvolvimento, deve ter em conta de modo a assegurar as boas práticas e diminuir a propagação de doenças alimentares. Sem a adoção destas várias medidas concretas por parte dos consumidores nos vários passos da preparação de alimentos, nunca será possível garantir a segurança alimentar nas habitações, nem a educação sobre estes hábitos para as gerações futuras. Existem várias razões encontradas para a não adoção destas medidas, mas também existem várias soluções possíveis para o aumento do conhecimento dos cidadãos na comunidade e consequente melhoria de hábitos positivos para a promoção de uma segurança alimentar adequada. |
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