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Aventura do texto. Palavra plural

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Depois do século XVII, a nossa civilização tem tratado as descrições científicas como se fossem elas mesmas divindades e, a partir de finais da centúria seguinte, sobrepusemos a Deus um amor ao sujeito e a nós próprios, na adoração da nossa própria natureza espiritual ou poética profunda.Este texto propõe-se enfrentar essa tradição. Defenderei aqui a tese segundo a qual um mar de possibilidades criativas se abrirão à nossa frente quando nos descentrarmos do sujeito transcendental.
Autores principais:Ó, Jorge Ramos do
Assunto:Teoria social pós-moderna Escrita académica
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Depois do século XVII, a nossa civilização tem tratado as descrições científicas como se fossem elas mesmas divindades e, a partir de finais da centúria seguinte, sobrepusemos a Deus um amor ao sujeito e a nós próprios, na adoração da nossa própria natureza espiritual ou poética profunda.Este texto propõe-se enfrentar essa tradição. Defenderei aqui a tese segundo a qual um mar de possibilidades criativas se abrirão à nossa frente quando nos descentrarmos do sujeito transcendental.