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O Desenvolvimento turístico da Matinha de Queluz: uma visão integrada para o território

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Desde a partida da Família Real Portuguesa para o Brasil, em 1807, a Matinha de Queluz perdeu, progressivamente, importância e conexão com o Palácio a que pertenceu. A passagem da administração da Matinha à empresa Parques de Sintra-Monte da Lua, em 2018, representa um possível ponto de inflexão. Conceitos como o de Paisagem Cultural foram criados para compreender e desenvolver estes ambientes ao prover base teórica sólida para motivar intervenções. Buscou-se compreender como é possível valorizar turisticamente, através de um plano de visitação rentável e integrado, uma área verde urbana condicionada, sensível e fraturada. Com base em pesquisa de documentos, projetos e contato próximo com profissionais da empresa Parques de Sintra, reuniu-se conteúdo a respeito de áreas verdes deste perfil, suas condicionantes, seu arcabouço histórico. Agregou-se à análise o conjunto de iniciativas paralelas previstas para a área para a constituição dos resultados e respetiva viabilidade económica. A compreensão do contexto, limitações e potencialidades balizou propostas no sentido do uso da tecnologia, compartilhamento de recursos e integração da gestão. Como resultado foram desenvolvidas seis propostas de roteiros turísticos que aproveitam recursos do Palácio e integram a tecnologia ao cotidiano da mata sem grandes impactos físicos. Reformas nas infraestruturas são requeridas e estão contempladas neste documento e nos planos já previstos aqui tratados. Sua viabilização ocorre através da cobrança dos serviços ofertados e, com prazos definidos, busca reintegrar a Mata à realidade de Queluz.
Autores principais:Silva, Felipe Funchal Tavares da
Assunto:Paisagem Cultural Palácio Nacional de Queluz Plano de Visitação Áreas Verdes Urbanas Experiência Turística
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Desde a partida da Família Real Portuguesa para o Brasil, em 1807, a Matinha de Queluz perdeu, progressivamente, importância e conexão com o Palácio a que pertenceu. A passagem da administração da Matinha à empresa Parques de Sintra-Monte da Lua, em 2018, representa um possível ponto de inflexão. Conceitos como o de Paisagem Cultural foram criados para compreender e desenvolver estes ambientes ao prover base teórica sólida para motivar intervenções. Buscou-se compreender como é possível valorizar turisticamente, através de um plano de visitação rentável e integrado, uma área verde urbana condicionada, sensível e fraturada. Com base em pesquisa de documentos, projetos e contato próximo com profissionais da empresa Parques de Sintra, reuniu-se conteúdo a respeito de áreas verdes deste perfil, suas condicionantes, seu arcabouço histórico. Agregou-se à análise o conjunto de iniciativas paralelas previstas para a área para a constituição dos resultados e respetiva viabilidade económica. A compreensão do contexto, limitações e potencialidades balizou propostas no sentido do uso da tecnologia, compartilhamento de recursos e integração da gestão. Como resultado foram desenvolvidas seis propostas de roteiros turísticos que aproveitam recursos do Palácio e integram a tecnologia ao cotidiano da mata sem grandes impactos físicos. Reformas nas infraestruturas são requeridas e estão contempladas neste documento e nos planos já previstos aqui tratados. Sua viabilização ocorre através da cobrança dos serviços ofertados e, com prazos definidos, busca reintegrar a Mata à realidade de Queluz.