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A natureza da arte: uma defesa da filosofia da arte de Arthur C. Danto

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A filosofia sempre se interessou pela arte. Mas foi só quando a arte contemporânea registou novos e surpreendentes desenvolvimentos que surgiu na história da filosofia um aceso debate acerca da possibilidade de encontrar uma definição real de arte capaz de captar a sua essência. Nesta dissertação discutirei algumas das mais importantes teorias contemporâneas acerca da natureza da arte, desde as teorias essencialistas clássicas de Bell e Collingwood, passando pela proposta das semelhanças de família feita por Weitz, até às mais recentes teorias relacionais de Danto, Dickie, Levinson e Carroll. Defenderei que a filosofia da arte de Danto oferece a resposta mais credível, das discutidas, para a questão da natureza da arte. Para além de ser mais capaz de lidar com as objecções, Danto fornece uma definição real que é verdadeiramente uma explicação ontológica da arte e acomoda eficazmente algumas das crenças mais comuns acerca da produção artística e da nossa relação com ela.
Autores principais:Mateus, Paula
Assunto:Filosofia da arte Estética Teses de mestrado
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A filosofia sempre se interessou pela arte. Mas foi só quando a arte contemporânea registou novos e surpreendentes desenvolvimentos que surgiu na história da filosofia um aceso debate acerca da possibilidade de encontrar uma definição real de arte capaz de captar a sua essência. Nesta dissertação discutirei algumas das mais importantes teorias contemporâneas acerca da natureza da arte, desde as teorias essencialistas clássicas de Bell e Collingwood, passando pela proposta das semelhanças de família feita por Weitz, até às mais recentes teorias relacionais de Danto, Dickie, Levinson e Carroll. Defenderei que a filosofia da arte de Danto oferece a resposta mais credível, das discutidas, para a questão da natureza da arte. Para além de ser mais capaz de lidar com as objecções, Danto fornece uma definição real que é verdadeiramente uma explicação ontológica da arte e acomoda eficazmente algumas das crenças mais comuns acerca da produção artística e da nossa relação com ela.