Publicação
Tipologias para os sem-abrigo
| Resumo: | O presente projecto final de mestrado debruça-se sobre uma condição particular que afecta um relevante número de cidadãos, a situação de sem-abrigo. A partir da compreensão desta situação parte-se para a elaboração de hipóteses que possam auxiliar à paulatina reintegração desta população numa sociedade activa, reflectindo-se em espaços que podem contribuir melhor para este objectivo. A aplicação da estratégia desenvolvida materializa-se através de fases consecutivas de apoio e devolução de autonomia ao indivíduo. A arquitectura abraçando aqui também o seu papel social propõe os espaços destinados a acolher os passos deste processo. Tal passa por espaços com programas diferenciados: equipamento social e recreativo, habitação colectiva e por fim habitação individual. Este último ponto explora uma lógica de implantações pontuais de um conjunto de intervenções efectuadas em terrenos expectantes ou interstícios na malha urbana incapazes de acolher outros programas mais extensos. Pretende-se através do exercício efectuado, expor a situação actual das pessoas sem-abrigo, ao propor uma solução com o que deve ser o papel do arquitecto na sociedade, aproveitando áreas em Lisboa. |
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| Autores principais: | Fernandes, Sofia Maria Marques |
| Assunto: | Sem-abrigo Reinserção social |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O presente projecto final de mestrado debruça-se sobre uma condição particular que afecta um relevante número de cidadãos, a situação de sem-abrigo. A partir da compreensão desta situação parte-se para a elaboração de hipóteses que possam auxiliar à paulatina reintegração desta população numa sociedade activa, reflectindo-se em espaços que podem contribuir melhor para este objectivo. A aplicação da estratégia desenvolvida materializa-se através de fases consecutivas de apoio e devolução de autonomia ao indivíduo. A arquitectura abraçando aqui também o seu papel social propõe os espaços destinados a acolher os passos deste processo. Tal passa por espaços com programas diferenciados: equipamento social e recreativo, habitação colectiva e por fim habitação individual. Este último ponto explora uma lógica de implantações pontuais de um conjunto de intervenções efectuadas em terrenos expectantes ou interstícios na malha urbana incapazes de acolher outros programas mais extensos. Pretende-se através do exercício efectuado, expor a situação actual das pessoas sem-abrigo, ao propor uma solução com o que deve ser o papel do arquitecto na sociedade, aproveitando áreas em Lisboa. |
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