Publicação
Deslocamentos entre espaços e tempos: uma cartografia sentimental através da fotografia
| Resumo: | A proposta deste artigo é refletir sobre o movimento contínuo do artista/investigador/ cartógrafo, a partir de experiência pessoal. Durante o isolamento social, o jardim da casa da família no Brasil se torna laboratório fotográfico alternativo para criação artística. Na deslocação para estudo e investigação de doutoramento em Lisboa, na busca de novas experiências e conhecimentos, o local de criação se expande para os jardins públicos da cidade. Da mesma forma, as antigas fotografias de família, antes restritas à privacidade das caixas de fotografia e ao ambiente familiar, utilizadas como materialidade para a arte, passam a circular em museus e galerias como obras de arte. Entre espaços e tempos, nesse percurso sempre inacabado, uma cartografia sentimental se forma pelos novos caminhos onde a arte acontece. Reflexões surgem a partir de contribuições de autores que dialogam com o fenômeno do habitar, fotografia de família como materialidade para arte e cartografia sentimental. |
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| Autores principais: | Macedo, Daniela Remião de |
| Assunto: | Fotografia de família Habitar Jardim Fotografia alternativa |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A proposta deste artigo é refletir sobre o movimento contínuo do artista/investigador/ cartógrafo, a partir de experiência pessoal. Durante o isolamento social, o jardim da casa da família no Brasil se torna laboratório fotográfico alternativo para criação artística. Na deslocação para estudo e investigação de doutoramento em Lisboa, na busca de novas experiências e conhecimentos, o local de criação se expande para os jardins públicos da cidade. Da mesma forma, as antigas fotografias de família, antes restritas à privacidade das caixas de fotografia e ao ambiente familiar, utilizadas como materialidade para a arte, passam a circular em museus e galerias como obras de arte. Entre espaços e tempos, nesse percurso sempre inacabado, uma cartografia sentimental se forma pelos novos caminhos onde a arte acontece. Reflexões surgem a partir de contribuições de autores que dialogam com o fenômeno do habitar, fotografia de família como materialidade para arte e cartografia sentimental. |
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