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Caracterização biológica e zoneamento ambiental do Parque Estadual do Jiquí \2013 RN/Brasil:subsídios ao plano de maneio

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Resumo:O presente trabalho teve como objectivos a caracterização biológica e proposição de um zoneamento ambiental para Parque Estadual do Jiquí, na perspectiva de subsidiar o plano de maneio desta Unidade de Conservação. O Parque está localizado no Município de Parnamirim, no Estado do Rio Grande do Norte - Brasil, com uma área de aproximadamente 398 ha, abrangendo importantes recursos hídricos, como trechos dos rios Pitimbu, Taborda e a Lagoa do Jiquí, assim como biomas e ecossistemas relevantes, como fragmento de Mata Atlântica - Floresta Estacional Semidecidual e uma pequena superfície de Savana arborizada (Cerrado e Tabuleiro). A caracterização biológica do Parque foi dividida em 6 grupos: Avifauna, onde foram identificadas nos levantamentos 98 espécies, perfazendo um total de 43 famílias e 20 ordens; Mastofauna, com o total de 17 espécies identificadas durante o levantamento, distribuídos em 6 famílias e 4 ordens; Herpetofauna, onde os anfíbios apresentaram-se até ao momento pouco diversificados, apenas 9 espécies, sendo distribuídos em 4 famílias e apenas 1 ordem, já os répteis representados por 1 ordem, a Squamata, com 30 espécies distribuídas em 13 famílias, sendo a família Colubridae (N=13) a mais diversa de serpentes e a Teiidae (N=4) de lagartos; no grupo Ictiofauna, foi possível identificar a presença de 6 espécies, distribuídas em 5 famílias de 2 ordens; Os Artrópodes, com um total de 70 espécies encontradas, pertencentes a 34 famílias agrupadas em 17 ordens; Vegetação, estudada por Cestaro (2002), que constatou a importância ambiental da área, com 59 espécies de árvores encontradas. A proposta de zoneamento ambiental contemplou seis zonas: Zona de Uso Especial (131ha); Zona Primitiva (156.5ha); Zona de Uso Extensivo (86.5ha); Zona de Recuperação (14ha); Zona de Uso Intensivo (10ha); e ainda uma Zona de Amortecimento constituída pelo entorno do Parque (330ha), visando resguardar o património ambiental ali inserido.
Autores principais:Farias, Flávio Henrique Cunha de
Assunto:Conservação da natureza Parque natural Teses de mestrado
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O presente trabalho teve como objectivos a caracterização biológica e proposição de um zoneamento ambiental para Parque Estadual do Jiquí, na perspectiva de subsidiar o plano de maneio desta Unidade de Conservação. O Parque está localizado no Município de Parnamirim, no Estado do Rio Grande do Norte - Brasil, com uma área de aproximadamente 398 ha, abrangendo importantes recursos hídricos, como trechos dos rios Pitimbu, Taborda e a Lagoa do Jiquí, assim como biomas e ecossistemas relevantes, como fragmento de Mata Atlântica - Floresta Estacional Semidecidual e uma pequena superfície de Savana arborizada (Cerrado e Tabuleiro). A caracterização biológica do Parque foi dividida em 6 grupos: Avifauna, onde foram identificadas nos levantamentos 98 espécies, perfazendo um total de 43 famílias e 20 ordens; Mastofauna, com o total de 17 espécies identificadas durante o levantamento, distribuídos em 6 famílias e 4 ordens; Herpetofauna, onde os anfíbios apresentaram-se até ao momento pouco diversificados, apenas 9 espécies, sendo distribuídos em 4 famílias e apenas 1 ordem, já os répteis representados por 1 ordem, a Squamata, com 30 espécies distribuídas em 13 famílias, sendo a família Colubridae (N=13) a mais diversa de serpentes e a Teiidae (N=4) de lagartos; no grupo Ictiofauna, foi possível identificar a presença de 6 espécies, distribuídas em 5 famílias de 2 ordens; Os Artrópodes, com um total de 70 espécies encontradas, pertencentes a 34 famílias agrupadas em 17 ordens; Vegetação, estudada por Cestaro (2002), que constatou a importância ambiental da área, com 59 espécies de árvores encontradas. A proposta de zoneamento ambiental contemplou seis zonas: Zona de Uso Especial (131ha); Zona Primitiva (156.5ha); Zona de Uso Extensivo (86.5ha); Zona de Recuperação (14ha); Zona de Uso Intensivo (10ha); e ainda uma Zona de Amortecimento constituída pelo entorno do Parque (330ha), visando resguardar o património ambiental ali inserido.