Publicação
Influência do treino na variabilidade da frequência cardíaca em triatletas
| Resumo: | O objectivo deste estudo foi estudar a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) em repouso durante um estágio de vinte e dois dias, a altitude moderada, e verificar como a carga de treino se relaciona com os parâmetros da variabilidade de frequência cardíaca. No estudo participaram 5 triatletas pertencentes à selecção de triatlo de Portugal (17,4± 1,8 anos), quatro do sexo masculino e uma do sexo feminino. Procedeu-se ao registo da actividade eléctrica do coração, de cada um dos participantes, com recurso a um cardiofrequencímetro (S810, Polar® Electro), diariamente ao acordar, durante doze minutos, oito minutos na posição de supino e posteriormente mais quatro minutos em posição ortostática. A VFC foi determinada com recurso ao software Kubios (Kuopio, Finlândia) usando análise espectral de tempo e de frequência. Encontraram-se diferenças significativas (ρ<0,05) no TRIMP (χ2 r=27,720, ρ<.005, 5), e na posição ortostática para RMSSD (χ2 r=6,086; ρ=0,045; 5) LF (χ2 r=14,400; ρ=0,025; 5) e HF (χ2 r=14,057; ρ=0,025; 5). VFC não se relacionaram com o TRIMP por correlação cruzada de séries temporais. Resumindo, a VFC parece ser influenciada pela carga de treino, mas simplesmente não reflecte essas alterações num padrão diário. |
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| Autores principais: | Salvador, Bruno Carlos Nunes |
| Assunto: | Frequência cardíaca Treino desportivo Triatletas Função cardio-respiratória |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O objectivo deste estudo foi estudar a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) em repouso durante um estágio de vinte e dois dias, a altitude moderada, e verificar como a carga de treino se relaciona com os parâmetros da variabilidade de frequência cardíaca. No estudo participaram 5 triatletas pertencentes à selecção de triatlo de Portugal (17,4± 1,8 anos), quatro do sexo masculino e uma do sexo feminino. Procedeu-se ao registo da actividade eléctrica do coração, de cada um dos participantes, com recurso a um cardiofrequencímetro (S810, Polar® Electro), diariamente ao acordar, durante doze minutos, oito minutos na posição de supino e posteriormente mais quatro minutos em posição ortostática. A VFC foi determinada com recurso ao software Kubios (Kuopio, Finlândia) usando análise espectral de tempo e de frequência. Encontraram-se diferenças significativas (ρ<0,05) no TRIMP (χ2 r=27,720, ρ<.005, 5), e na posição ortostática para RMSSD (χ2 r=6,086; ρ=0,045; 5) LF (χ2 r=14,400; ρ=0,025; 5) e HF (χ2 r=14,057; ρ=0,025; 5). VFC não se relacionaram com o TRIMP por correlação cruzada de séries temporais. Resumindo, a VFC parece ser influenciada pela carga de treino, mas simplesmente não reflecte essas alterações num padrão diário. |
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