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O tabelionado escalabitano na transição do século XIV para o século XV: estudo diplomatístico

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O enquadramento histórico da vila escalabitana nesta época, principalmente no período correspondente à crise de 1383-1385, com o qual iniciamos a dissertação, permitiu-nos registar a atenção dispensada pelos reis D. Fernando e D. João I a Santarém, a qual ganhou, ao longo do tempo, o merecido epíteto de “vila da coroa”. Na segunda parte – cerne do nosso trabalho – identificámos os agentes da escrita que validaram instrumentos em Santarém no período acima indicado, tendo destacado, em função do estudo prosopográfico efectuado, os que mais produziram, os que mais se alongaram no tempo e os que, pela singularidade das suas carreiras, mais se evidenciaram, tendo assim dado especial relevo a três pequenos “estudos de caso”. Ainda pudemos estudar, nesta segunda parte, os lugares da vila escalabitana que mais apareceram na data tópica dos documentos que analisámos. Pudemos também reflectir sobre os tipos de escrita que os tabeliães mais utilizaram e sobre a tipologia diplomática dos instrumentos que constituíram o nosso corpus. Para terminar, apresentámos os sinais mais usados por cada um dos 69 tabeliães que recolhemos, bem como os sinais menos comuns, de modo a percebermos as configurações vigentes na época, para estes elementos muito característicos e essenciais da carreira de um tabelião.
Autores principais:Garcia, Maria Leonor Dias Barata
Assunto:Notários - Santarém (Portugal) - séc.14 Notariado - Santarém (Portugal) - séc.14 Diplomática - Portugal - séc.14 Santarém (Portugal) - História - séc.14 Teses de mestrado - 2011
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O enquadramento histórico da vila escalabitana nesta época, principalmente no período correspondente à crise de 1383-1385, com o qual iniciamos a dissertação, permitiu-nos registar a atenção dispensada pelos reis D. Fernando e D. João I a Santarém, a qual ganhou, ao longo do tempo, o merecido epíteto de “vila da coroa”. Na segunda parte – cerne do nosso trabalho – identificámos os agentes da escrita que validaram instrumentos em Santarém no período acima indicado, tendo destacado, em função do estudo prosopográfico efectuado, os que mais produziram, os que mais se alongaram no tempo e os que, pela singularidade das suas carreiras, mais se evidenciaram, tendo assim dado especial relevo a três pequenos “estudos de caso”. Ainda pudemos estudar, nesta segunda parte, os lugares da vila escalabitana que mais apareceram na data tópica dos documentos que analisámos. Pudemos também reflectir sobre os tipos de escrita que os tabeliães mais utilizaram e sobre a tipologia diplomática dos instrumentos que constituíram o nosso corpus. Para terminar, apresentámos os sinais mais usados por cada um dos 69 tabeliães que recolhemos, bem como os sinais menos comuns, de modo a percebermos as configurações vigentes na época, para estes elementos muito característicos e essenciais da carreira de um tabelião.