Publicação
Sistematização de normas informacionais
| Resumo: | Com esta investigação procurou-se estabelecer uma relação entre o Design e a Arqueologia, através do Design de Informação, mostrando o papel determinante que este pode ter na divulgação de uma área simultaneamente artística e científica, que é a do Desenho Arqueológico. Esta é uma área em que o emprego do Design não é uma preocupação primária, na medida em que a estruturação da informação em todo o processo é feita, grosso modo, a partir de ilações de natureza empírica. Partindo-se do conhecimento do estado da arte nos campos do Design e do Desenho Arqueológico, procedemos à análise da escassa e dispersa informação existente no segundo campo referido. A importância gráfica da iconografia realizada em Arqueologia tem no Desenho Arqueológico um dos seus principais protagonistas. Este, enquanto objecto artístico e científico, detém um papel informativo que, independentemente da sua inegável qualidade comunicativa e gráfica, cumpre determinados códigos de representação, nem sempre alcançáveis pelo público comum. É pois objectivo principal desta investigação a procura da definição de um sistema iconográfico mediador – composto por um conjunto de pictogramas -, com base no universo do Desenho Científico Arqueológico, de modo a tornar este mais acessível a um público generalista. Este processo exigirá assim que o Designer perceba e compreenda todas as fases, códigos e linguagens das áreas que tratará. Sendo assim, é essencial que o Design Informacional esteja presente neste mesmo processo, desde a recolha (escavação) até à exposição e/ou publicação das peças, tornando-se na ligação que agregará toda a informação necessária para a compreensão da linguagem arqueológica, tornando-se compreensível para qualquer visitante ou observador (quer seja um profissional, um entusiasta conhecedor do vocabulário em questão ou apenas um curioso leigo). |
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| Autores principais: | Castela, Ana Isabel Pereira |
| Assunto: | Design de comunicação Arqueologia Design de informação Desenho Arqueológico Pictogramas Communication design Archaeology Information design Archaeological drawing Pictograms |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Com esta investigação procurou-se estabelecer uma relação entre o Design e a Arqueologia, através do Design de Informação, mostrando o papel determinante que este pode ter na divulgação de uma área simultaneamente artística e científica, que é a do Desenho Arqueológico. Esta é uma área em que o emprego do Design não é uma preocupação primária, na medida em que a estruturação da informação em todo o processo é feita, grosso modo, a partir de ilações de natureza empírica. Partindo-se do conhecimento do estado da arte nos campos do Design e do Desenho Arqueológico, procedemos à análise da escassa e dispersa informação existente no segundo campo referido. A importância gráfica da iconografia realizada em Arqueologia tem no Desenho Arqueológico um dos seus principais protagonistas. Este, enquanto objecto artístico e científico, detém um papel informativo que, independentemente da sua inegável qualidade comunicativa e gráfica, cumpre determinados códigos de representação, nem sempre alcançáveis pelo público comum. É pois objectivo principal desta investigação a procura da definição de um sistema iconográfico mediador – composto por um conjunto de pictogramas -, com base no universo do Desenho Científico Arqueológico, de modo a tornar este mais acessível a um público generalista. Este processo exigirá assim que o Designer perceba e compreenda todas as fases, códigos e linguagens das áreas que tratará. Sendo assim, é essencial que o Design Informacional esteja presente neste mesmo processo, desde a recolha (escavação) até à exposição e/ou publicação das peças, tornando-se na ligação que agregará toda a informação necessária para a compreensão da linguagem arqueológica, tornando-se compreensível para qualquer visitante ou observador (quer seja um profissional, um entusiasta conhecedor do vocabulário em questão ou apenas um curioso leigo). |
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