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Do cenário industrial à visão ambiental

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Dotada de uma ambiência única na cidade de Lisboa, Xabregas apresenta sucessivas camadas históricas, que se reflectem hoje numa enorme desordem urbana. À semelhança de toda a zona oriental de Lisboa, a desindustrialização deixou ao abandono os seus edifícios e levou as pessoas. Com o passar dos anos, Lisboa foi-se esquecendo do oriente, criando aqui um cenário decadente. Hoje começamos novamente a olhar para o potencial que aqui encontramos. O enquadramento morfológico de Xabregas, no qual se insere um vasto património arquitectónico, terá um papel predominante nesta mudança de cenário, sendo que os espaços verdes que o compõem suportam um equilibrado sistema ecológico que se reflecte no bem estar dos habitantes de uma cidade. Assim como a agricultura urbana, que se pretende como um ponto importante intrínseco aos espaços verdes urbanos. Os seus benefícios socias e comunitários são já reconhecidos, pelo que, mais importante que manter esta lógica, será desenvolvê-la, para que a sua continuidade e desenvolvimento prevaleça. Atento a isto e em complemento a um novo parque urbano, a Fábrica da Samaritana aparece, como um novo ponto que se desenvolve em torno de uma cultura ambiental acessível a todos. A sua reabilitação, consciente do seu valor patrimonial, passa por dar-lhe um novo uso onde prevaleçam as relações comunitárias, o desenvolvimento e a divulgação, reflectido na criação de um ambiente que fortaleça boas praticas ambientais.
Autores principais:Ferreira, Patrícia Isabel Fernandes
Assunto:Património industrial Caminho do Oriente Espaço verde Vale Industrial heritage "Way of the best" Green space Vallery
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Dotada de uma ambiência única na cidade de Lisboa, Xabregas apresenta sucessivas camadas históricas, que se reflectem hoje numa enorme desordem urbana. À semelhança de toda a zona oriental de Lisboa, a desindustrialização deixou ao abandono os seus edifícios e levou as pessoas. Com o passar dos anos, Lisboa foi-se esquecendo do oriente, criando aqui um cenário decadente. Hoje começamos novamente a olhar para o potencial que aqui encontramos. O enquadramento morfológico de Xabregas, no qual se insere um vasto património arquitectónico, terá um papel predominante nesta mudança de cenário, sendo que os espaços verdes que o compõem suportam um equilibrado sistema ecológico que se reflecte no bem estar dos habitantes de uma cidade. Assim como a agricultura urbana, que se pretende como um ponto importante intrínseco aos espaços verdes urbanos. Os seus benefícios socias e comunitários são já reconhecidos, pelo que, mais importante que manter esta lógica, será desenvolvê-la, para que a sua continuidade e desenvolvimento prevaleça. Atento a isto e em complemento a um novo parque urbano, a Fábrica da Samaritana aparece, como um novo ponto que se desenvolve em torno de uma cultura ambiental acessível a todos. A sua reabilitação, consciente do seu valor patrimonial, passa por dar-lhe um novo uso onde prevaleçam as relações comunitárias, o desenvolvimento e a divulgação, reflectido na criação de um ambiente que fortaleça boas praticas ambientais.