Publicação
Estimativa da evapotranspiração de árvores urbanas utilizando a metodologia do coeficiente de paisagem - Estabelecimento de pressupostos metodológicos para a zona de Lisboa
| Resumo: | Neste estudo foi realizada uma caraterização das necessidades hídricas das 25 espécies de árvores urbanas com maior representação na cidade de Lisboa. Desta caraterização resultou uma aferição da estimativa de evapotranspiração de cada espécie, tendo em consideração as suas características e as condições edafoclimáticos da capital portuguesa. A partir de um método que permite a estimativa de valores de coeficientes de paisagem (KL) e da evapotranspiração, para aplicação real, e que recorre a uma base de dados com informação qualitativa para as necessidades hídricas das espécies botânicas e no presente trabalho criou-se uma nova base de dados, procedendo-se à adaptação do método para a região de Lisboa, visando as espécies arbóreas. O objetivo que norteou este trabalho foi assim a criação de uma base de dados que compilasse informações relativamente às espécies sinalizadas na zona de Lisboa, que pudesse ser acoplada ao modelo de estimativa existente sendo uma ferramenta em contínua atualização. O resultado final em forma de volume evapotranspirado (ETL), calculado usando o coeficiente de paisagem KL e a Evapotranspiração de referência para Lisboa (ETo - Lisboa), coloca em perspetiva os possíveis consumos de água e representa um dado concreto potenciador de mais trabalho. Esta dissertação pretende contribuir para o avanço da criação de ferramentas na área de Arquitetura Paisagista e planeamento urbano, na gestão de recursos hídricos, na gestão de arvoredo na área urbana de Lisboa, na manutenção do estrato arbóreo, na relação entre os lisboetas e as árvores e nas aplicações no mundo operacional das entidades de gestão do arvoredo da região. Dotando o arquiteto paisagista de ferramentas como quadros e gráficos de consulta, camadas SIG auxiliares de decisão, melhor capacidade de justificação e argumentação junto das entidades decisoras bem como listas de espécies pré-definidas que são adequadas em função do local e uso pretendido. |
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| Autores principais: | Rodrigues, Dinis Marques |
| Assunto: | evapotranspiração árvore urbana clima rega água evapotranspiration urban tree climate irrigation water |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Neste estudo foi realizada uma caraterização das necessidades hídricas das 25 espécies de árvores urbanas com maior representação na cidade de Lisboa. Desta caraterização resultou uma aferição da estimativa de evapotranspiração de cada espécie, tendo em consideração as suas características e as condições edafoclimáticos da capital portuguesa. A partir de um método que permite a estimativa de valores de coeficientes de paisagem (KL) e da evapotranspiração, para aplicação real, e que recorre a uma base de dados com informação qualitativa para as necessidades hídricas das espécies botânicas e no presente trabalho criou-se uma nova base de dados, procedendo-se à adaptação do método para a região de Lisboa, visando as espécies arbóreas. O objetivo que norteou este trabalho foi assim a criação de uma base de dados que compilasse informações relativamente às espécies sinalizadas na zona de Lisboa, que pudesse ser acoplada ao modelo de estimativa existente sendo uma ferramenta em contínua atualização. O resultado final em forma de volume evapotranspirado (ETL), calculado usando o coeficiente de paisagem KL e a Evapotranspiração de referência para Lisboa (ETo - Lisboa), coloca em perspetiva os possíveis consumos de água e representa um dado concreto potenciador de mais trabalho. Esta dissertação pretende contribuir para o avanço da criação de ferramentas na área de Arquitetura Paisagista e planeamento urbano, na gestão de recursos hídricos, na gestão de arvoredo na área urbana de Lisboa, na manutenção do estrato arbóreo, na relação entre os lisboetas e as árvores e nas aplicações no mundo operacional das entidades de gestão do arvoredo da região. Dotando o arquiteto paisagista de ferramentas como quadros e gráficos de consulta, camadas SIG auxiliares de decisão, melhor capacidade de justificação e argumentação junto das entidades decisoras bem como listas de espécies pré-definidas que são adequadas em função do local e uso pretendido. |
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