Publicação
Sentido de pertença e qualidade de vida em crianças e adolescentes institucionalizados
| Resumo: | Neste estudo examinou-se a associação entre o sentido de pertença e a qualidade de vida em jovens institucionalizados. Pretendeu-se ainda averiguar se esta associação era moderada pelo sexo e idade dos participantes. Os participantes foram 89 crianças e adolescentes entre os 7 e os 17 anos de idade e institucionalizados na área metropolitana de Lisboa. Para avaliar o sentido de pertença e qualidade de vida foram utilizados os instrumentos SCS-R e Kidscreen-10, respetivamente. Os resultados foram ao encontro das hipóteses estipuladas. Não se verificaram diferenças de sexo na qualidade de vida nem no sentido de pertença. A idade estava apenas negativamente correlacionada com a qualidade de vida. Verificou-se uma associação positiva entre sentido de pertença e a qualidade de vida moderado pelo sexo, sendo esta associação mais forte para o sexo feminino. Esta associação era moderada pelo sexo, mas não pela idade, sendo mais forte para os elementos do sexo feminino. |
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| Autores principais: | Neves, Sofia Isabel Policarpo das |
| Assunto: | Qualidade de vida Crianças institucionalizadas Adolescentes institucionalizados Teses de mestrado - 2019 |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Neste estudo examinou-se a associação entre o sentido de pertença e a qualidade de vida em jovens institucionalizados. Pretendeu-se ainda averiguar se esta associação era moderada pelo sexo e idade dos participantes. Os participantes foram 89 crianças e adolescentes entre os 7 e os 17 anos de idade e institucionalizados na área metropolitana de Lisboa. Para avaliar o sentido de pertença e qualidade de vida foram utilizados os instrumentos SCS-R e Kidscreen-10, respetivamente. Os resultados foram ao encontro das hipóteses estipuladas. Não se verificaram diferenças de sexo na qualidade de vida nem no sentido de pertença. A idade estava apenas negativamente correlacionada com a qualidade de vida. Verificou-se uma associação positiva entre sentido de pertença e a qualidade de vida moderado pelo sexo, sendo esta associação mais forte para o sexo feminino. Esta associação era moderada pelo sexo, mas não pela idade, sendo mais forte para os elementos do sexo feminino. |
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