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O logótipo como elemento de comunicação:estudo de caso dos Museus em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os logótipos representam uma dada marca ou instituição através de uma composição gráfica que permite a quem os observa a sua identificação. No contexto dos museus, a criação de uma marca que seja capaz de refletir a sua missão, através de um símbolo que seja representativo da mesma e, ao mesmo tempo, memorizável e estéticamente apelativo, traduz-se numa forma eficaz de o destacar dos demais e, ao mesmo tempo, posicioná-lo no mercado cada vez mais abrangente da cultura e do lazer. Os logótipos assumem assim um potencial comunicativo que resulta do design dos seus elementos, em termos do tipo de letra e cores em que está desenhado, e da introdução ou não de um símbolo. Através da análise semiótica é possível fazer a desconstrução destes logótipos como forma de perceber qual o significado da utilização destes elementos. Nos museus em estudo, verifica-se uma coerência entre a análise semiótica e o parecer dos públicos, isto é, aquilo que se conclui pela desconstrução dos logótipos, em termos da sua função semiótica, é também semelhante à imagem que os participantes do focus group revela ter das instituições que representam. Ainda assim, o que se demonstra com este estudo é que a criação de logótipos que sejam estéticamente pouco apelativos, confusos ou até mesmo datados resulta na sua fraca representatividade dificultando também o envolvimento com aquela imagem que, genericamente, representa o museu.
Autores principais:Semedo, Joana Filipa Duarte
Assunto:cultura museus comunicação marketing logótipo semiótica culture museum communication marketing logos semiotics
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Os logótipos representam uma dada marca ou instituição através de uma composição gráfica que permite a quem os observa a sua identificação. No contexto dos museus, a criação de uma marca que seja capaz de refletir a sua missão, através de um símbolo que seja representativo da mesma e, ao mesmo tempo, memorizável e estéticamente apelativo, traduz-se numa forma eficaz de o destacar dos demais e, ao mesmo tempo, posicioná-lo no mercado cada vez mais abrangente da cultura e do lazer. Os logótipos assumem assim um potencial comunicativo que resulta do design dos seus elementos, em termos do tipo de letra e cores em que está desenhado, e da introdução ou não de um símbolo. Através da análise semiótica é possível fazer a desconstrução destes logótipos como forma de perceber qual o significado da utilização destes elementos. Nos museus em estudo, verifica-se uma coerência entre a análise semiótica e o parecer dos públicos, isto é, aquilo que se conclui pela desconstrução dos logótipos, em termos da sua função semiótica, é também semelhante à imagem que os participantes do focus group revela ter das instituições que representam. Ainda assim, o que se demonstra com este estudo é que a criação de logótipos que sejam estéticamente pouco apelativos, confusos ou até mesmo datados resulta na sua fraca representatividade dificultando também o envolvimento com aquela imagem que, genericamente, representa o museu.