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Trafaria 2222

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Detalhes bibliográficos
Resumo:2222: De volta às suas origens, Lisboa encontra-se intramuros. Devido à resistência face às mudanças relacionadas à subida do nível da água, toda a sua frente ribeirinha deu lugar a uma grande infraestrutura de proteção. Do outro lado do Tejo, na Margem Sul, a topografia acentuada ao longo de toda a encosta proporciona uma defesa natural que favoreceu um grande crescimento populacional e urbano. Em um dos vértices da Margem Sul, a Trafaria, agora com caráter de cidade, foi um dos territórios que mais se desenvolveu desde o século XXI, embora muito afetado pelas mudanças climáticas. Devido à sua localização geográfica, situada na porta de entrada do Tejo, a Trafaria tirou partido da subida das águas para se expandir em direção a esta, desenvolvendo atividades portuárias e marítimas, um setor que cresceu exponencialmente depois que a água começou a tomar o lugar da terra. Com base neste contexto imaginário, situado 200 anos à frente do tempo atual, desenvolve-se o presente trabalho, um projeto para o ano de 2222 na zona da Trafaria. Devido aos problemas que enfrentamos relacionados à crise ambiental, econômica e social, faz-se necessário recorrer aos pensamentos utópicos e a proposição de um cenário ideal, para através deste poder re-imaginar a cidade em que vivemos. O Projeto Final de Mestrado desenvolve-se assim numa hipótese de cenário futuro para a área da Margem Sul, tendo como foco a Trafaria. Uma reflexão traduzida em projeto, acerca das adaptações face às alterações climáticas numa situação extrema, principalmente com relação à subida do nível do mar, desde a escala territorial à arquitetónica.
Autores principais:da Costa, Julianna de Lucena
Assunto:utopia cidades do futuro cidades na água cidades ribeirinhas subida do nível do mar
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:2222: De volta às suas origens, Lisboa encontra-se intramuros. Devido à resistência face às mudanças relacionadas à subida do nível da água, toda a sua frente ribeirinha deu lugar a uma grande infraestrutura de proteção. Do outro lado do Tejo, na Margem Sul, a topografia acentuada ao longo de toda a encosta proporciona uma defesa natural que favoreceu um grande crescimento populacional e urbano. Em um dos vértices da Margem Sul, a Trafaria, agora com caráter de cidade, foi um dos territórios que mais se desenvolveu desde o século XXI, embora muito afetado pelas mudanças climáticas. Devido à sua localização geográfica, situada na porta de entrada do Tejo, a Trafaria tirou partido da subida das águas para se expandir em direção a esta, desenvolvendo atividades portuárias e marítimas, um setor que cresceu exponencialmente depois que a água começou a tomar o lugar da terra. Com base neste contexto imaginário, situado 200 anos à frente do tempo atual, desenvolve-se o presente trabalho, um projeto para o ano de 2222 na zona da Trafaria. Devido aos problemas que enfrentamos relacionados à crise ambiental, econômica e social, faz-se necessário recorrer aos pensamentos utópicos e a proposição de um cenário ideal, para através deste poder re-imaginar a cidade em que vivemos. O Projeto Final de Mestrado desenvolve-se assim numa hipótese de cenário futuro para a área da Margem Sul, tendo como foco a Trafaria. Uma reflexão traduzida em projeto, acerca das adaptações face às alterações climáticas numa situação extrema, principalmente com relação à subida do nível do mar, desde a escala territorial à arquitetónica.