Publicação
Escultura digital contemporânea
| Resumo: | A escultura digital assume-se como uma forma paradigmática de expressão nos discursos plásticos do panorama da arte contemporânea. Decorrente de uma sociedade mediatizada, encontra o seu público nos fenómenos da Cultura Digital. Esta forma autónoma de escultura recorre aos meios tecnológicos digitais como instrumento cognitivo, imagético e operativo para adotar novas formas de criação, resgatando um diálogo interativo entre o sujeito e a obra. Neste contexto os meios digitais são observados segundo duas perspetivas de relevo: por um lado, o digital assume-se como um medium de expressão escultórica, revelando a sua imaterialidade e a sua virtualidade, características deste meio. Como medium digital possibilita a interatividade, a simulação e a imersividade no seu espaço. Por outro lado, os meios digitais permitem uma panóplia de instrumentos que operam a diferentes níveis no processo de criação. Assim, o escultor dispõe de dispositivos que lhe possibilitam digitalizar em 3D referentes físicos, criar e modelar morfologias complexas e recorrer às tecnologias de impressão 3D de modo a materializar o seu objeto escultórico. Esta realidade pode ser observada em duas áreas paradigmáticas da escultura: ao nível da prática profissional do escultor e ao nível do ensino e da aprendizagem desta disciplina. Em ambos os casos, a escultura digital contemporânea consubstancia-se como uma realidade da nossa sociedade digital, destacando novas problemáticas e temas de especulação que contribuem para o desenvolvimento dos estudos gerais e dos estudos tecnológicos de Escultura. |
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| Autores principais: | Revez, José |
| Assunto: | Teses de doutoramento - 2016 Arte digital Escultura Ensino artístico Digitalização Modelação Realidade aumentada Protótipos Cultura digital Realidade virtual |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | tese de doutoramento |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A escultura digital assume-se como uma forma paradigmática de expressão nos discursos plásticos do panorama da arte contemporânea. Decorrente de uma sociedade mediatizada, encontra o seu público nos fenómenos da Cultura Digital. Esta forma autónoma de escultura recorre aos meios tecnológicos digitais como instrumento cognitivo, imagético e operativo para adotar novas formas de criação, resgatando um diálogo interativo entre o sujeito e a obra. Neste contexto os meios digitais são observados segundo duas perspetivas de relevo: por um lado, o digital assume-se como um medium de expressão escultórica, revelando a sua imaterialidade e a sua virtualidade, características deste meio. Como medium digital possibilita a interatividade, a simulação e a imersividade no seu espaço. Por outro lado, os meios digitais permitem uma panóplia de instrumentos que operam a diferentes níveis no processo de criação. Assim, o escultor dispõe de dispositivos que lhe possibilitam digitalizar em 3D referentes físicos, criar e modelar morfologias complexas e recorrer às tecnologias de impressão 3D de modo a materializar o seu objeto escultórico. Esta realidade pode ser observada em duas áreas paradigmáticas da escultura: ao nível da prática profissional do escultor e ao nível do ensino e da aprendizagem desta disciplina. Em ambos os casos, a escultura digital contemporânea consubstancia-se como uma realidade da nossa sociedade digital, destacando novas problemáticas e temas de especulação que contribuem para o desenvolvimento dos estudos gerais e dos estudos tecnológicos de Escultura. |
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