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Pneumonia intersticial linfóide e VIH

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Pneumonia Intersticial Linfóide (PIL) no contexto pediátrico é frequentemente observada em crianças infectadas perinatalmente com o vírus VIH, manifestando-se pela primeira vez entre os 2 e os 3 anos de idade. Caracteriza-se por apresentar um infiltrado pulmonar crónico e difuso associado a um quadro sintomático de tosse, linfadenopatia generalizada, aumento das glândulas salivares, hepatoesplenomegália e hipocratismo digital. A evolução prognóstica é variável; pode haver o desenvolvimento de bronquiectasias e alterações quísticas pulmonares que podem levar a insuficiência respiratória, no entanto, quando associada a terapêutica anti-retroviral há remissão de grande parte dos sintomas. Apresenta-se um caso clínico de uma doente com infecção VIH, diagnosticada com PIL aos 3 anos de idade e com um quadro clínico típico e exuberante associado a estigmas de doença pulmonar crónica e exames complementares de diagnóstico concordantes com um estadio avançado da doença. Apesar do quadro inicial, a doente teve uma boa evolução e encontra-se actualmente clinicamente estável.
Autores principais:Morais, Joana Raquel Santos
Assunto:Pneumonia intersticial linfóide VIH Doença pulmonar crónica Pediatria
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A Pneumonia Intersticial Linfóide (PIL) no contexto pediátrico é frequentemente observada em crianças infectadas perinatalmente com o vírus VIH, manifestando-se pela primeira vez entre os 2 e os 3 anos de idade. Caracteriza-se por apresentar um infiltrado pulmonar crónico e difuso associado a um quadro sintomático de tosse, linfadenopatia generalizada, aumento das glândulas salivares, hepatoesplenomegália e hipocratismo digital. A evolução prognóstica é variável; pode haver o desenvolvimento de bronquiectasias e alterações quísticas pulmonares que podem levar a insuficiência respiratória, no entanto, quando associada a terapêutica anti-retroviral há remissão de grande parte dos sintomas. Apresenta-se um caso clínico de uma doente com infecção VIH, diagnosticada com PIL aos 3 anos de idade e com um quadro clínico típico e exuberante associado a estigmas de doença pulmonar crónica e exames complementares de diagnóstico concordantes com um estadio avançado da doença. Apesar do quadro inicial, a doente teve uma boa evolução e encontra-se actualmente clinicamente estável.