Publicação
O Business Angel Institucional e o mercado de capital de risco
| Resumo: | A dificuldade de acesso ao tipo de financiamento adequado, apresenta-se como um dos entraves ao desenvolvimento das empresas em fase emergente e inovadoras. A necessidade de financiamento via Capital Próprio advém das características específicas dessas empresas, nomeadamente, o inerente elevado risco económico e financeiro, acumulado com a exiguidade de bens corpóreos que garantam o financiamento, dificuldade esta tanto mais elevada, quanto maior o grau de radicalismo da inovação. O Capital de Risco surge, assim, como um recurso sucedâneo ao Capital Próprio subscrito pelo empreendedor. Sendo um instrumento híbrido, que assume a forma de uma participação de índole temporária e minoritária no capital de empresas com elevado potencial de crescimento, apresentase como um métier pela relação de parceria que se renova e circunscreve às especificidades de cada situação. No mercado do Capital de Risco identifica-se uma estrutura e um processo de evolução natural. Tal evolução leva ao incremento da importância do papel dos Business Angels como investidores em Seed e Start-Up Capital. Uma vez que o empreendedorismo tem consequências que extravasam a esfera do privado e porque em Portugal existe um gap no Equity Capital Market, faz todo o sentido uma atitude voluntarista dos agentes públicos em Portugal, na focalização de financiamentos Seed e Start-Up, através de uma intervenção o mais hands-on possível, promovendo parcerias, porque "their investing knowledge and operating experience were as valuable as their capital." |
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| Autores principais: | Tavares, Carla Susana Marques Campos |
| Assunto: | Business Angel Capital de Risco Seed Capital e Start-Up Financiamento Inovação Fundos Públicos Institutional Business Angels Venture Capital Seed and Start-Up Capital Financing Innovation Public Funds |
| Ano: | 1999 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A dificuldade de acesso ao tipo de financiamento adequado, apresenta-se como um dos entraves ao desenvolvimento das empresas em fase emergente e inovadoras. A necessidade de financiamento via Capital Próprio advém das características específicas dessas empresas, nomeadamente, o inerente elevado risco económico e financeiro, acumulado com a exiguidade de bens corpóreos que garantam o financiamento, dificuldade esta tanto mais elevada, quanto maior o grau de radicalismo da inovação. O Capital de Risco surge, assim, como um recurso sucedâneo ao Capital Próprio subscrito pelo empreendedor. Sendo um instrumento híbrido, que assume a forma de uma participação de índole temporária e minoritária no capital de empresas com elevado potencial de crescimento, apresentase como um métier pela relação de parceria que se renova e circunscreve às especificidades de cada situação. No mercado do Capital de Risco identifica-se uma estrutura e um processo de evolução natural. Tal evolução leva ao incremento da importância do papel dos Business Angels como investidores em Seed e Start-Up Capital. Uma vez que o empreendedorismo tem consequências que extravasam a esfera do privado e porque em Portugal existe um gap no Equity Capital Market, faz todo o sentido uma atitude voluntarista dos agentes públicos em Portugal, na focalização de financiamentos Seed e Start-Up, através de uma intervenção o mais hands-on possível, promovendo parcerias, porque "their investing knowledge and operating experience were as valuable as their capital." |
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