Publicação
Planeamento e participação na administração camarária
| Resumo: | O tema central da presente dissertação refere-se à participação e aos processos participativos. O recurso à cooperação e à colaboração dos munícipes vem sendo evocado em inúmeras directivas como forma de superação dos frequentes impasses na área da gestão urbana. Acompanhando esta mesma tendência, o seu enquadramento legal tem sido sistematicamente alargado. Também é verdade que estes processos encontram nas instituições um conjunto de práticas enraizadas que se vêem ameaçadas nas suas eventuais mudanças de rotina. A participação envolve, como um dos seus pressupostos, a percepção de um objecto de interesse comum e a comunicação. Reconhecendo o espaço urbano como um forte mediador neste diálogo, procuraremos relacioná-lo ao longo deste trabalho como um objecto de interesse comum entre a autarquia e o munícipe, visando oferecer pontos comuns que possam incrementar os processos participativos. Os temas centrais da narrativa estruturam-se em: processos de legalização em Áreas Urbanas de Génese Ilegal (AUGI); legislação urbana e as suas implicações na configuração directa das nossas cidades; princípios do desenho urbano e a sua apropriação quotidiana pela população; participação e sustentabilidade. |
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| Autores principais: | Alves, Mariza Weber |
| Assunto: | Áreas Urbanas de Génese Ilegal (AUGI) Movimentos participativos Auto-construção Urbanismo |
| Ano: | 2004 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O tema central da presente dissertação refere-se à participação e aos processos participativos. O recurso à cooperação e à colaboração dos munícipes vem sendo evocado em inúmeras directivas como forma de superação dos frequentes impasses na área da gestão urbana. Acompanhando esta mesma tendência, o seu enquadramento legal tem sido sistematicamente alargado. Também é verdade que estes processos encontram nas instituições um conjunto de práticas enraizadas que se vêem ameaçadas nas suas eventuais mudanças de rotina. A participação envolve, como um dos seus pressupostos, a percepção de um objecto de interesse comum e a comunicação. Reconhecendo o espaço urbano como um forte mediador neste diálogo, procuraremos relacioná-lo ao longo deste trabalho como um objecto de interesse comum entre a autarquia e o munícipe, visando oferecer pontos comuns que possam incrementar os processos participativos. Os temas centrais da narrativa estruturam-se em: processos de legalização em Áreas Urbanas de Génese Ilegal (AUGI); legislação urbana e as suas implicações na configuração directa das nossas cidades; princípios do desenho urbano e a sua apropriação quotidiana pela população; participação e sustentabilidade. |
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