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Modelo combinado Teoria dos grafos e localização-alocação: para uma análise espácio-temporal da rede de transportes públicos da cidade de Lisboa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A modelação da rede (redes da Carris e do Metropolitano), com base na Teoria dos grafos e no modelo localização-alocação, têm sido prática comum para: caracterizar a evolução das redes de transportes desde a década de 1960. No entanto, a ação combinada de ambos os métodos vem permitir a análise de evolução espacio-temporal das redes e, consequentemente, dando prova de evidência da sua capacidade enquanto sistema de suporte à decisão. O presente estudo consiste no desenvolvimento e implementação de um modelo combinado Teoria dos grafos e localização-alocação para análise espaciotemporal da rede de transportes públicos da cidade de Lisboa. Mais precisamente, o estudo recorre às métricas da teoria dos grafos, para uma caracterização das redes do Metropolitano e da Carris relativamente ao contingente populacional residente, considerando as variáveis (faixa etária, número de indivíduos residentes, número de indivíduos que residem e trabalham no município, número de indivíduos residentes empregados e o número de indivíduos residentes empregados por setor primário, secundário e terciário); ao modelo localização-alocação, para análise das redes em função das atividades económicas, considerando as variáveis em estudo e analisar a distância tempo da área de serviço. Os resultados obtidos demonstraram que, de acordo com o modelo Localização-alocação, para ambas as redes, verifica-se que à medida que aumenta a distância-tempo, aumenta o potencial de utilizadores. A Teoria dos Grafos para a rede do Metropolitano, conclui que existem três estações mais centrais: Alameda, São Sebastião e Saldanha. Nesta rede à medida que há o afastamento dos nós, menor é a centralidade.
Autores principais:Apóstolo, José Pereira Rico
Assunto:Centralidade conectividade redes de transporte teoria dos grafos modelo Localização-Alocação
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A modelação da rede (redes da Carris e do Metropolitano), com base na Teoria dos grafos e no modelo localização-alocação, têm sido prática comum para: caracterizar a evolução das redes de transportes desde a década de 1960. No entanto, a ação combinada de ambos os métodos vem permitir a análise de evolução espacio-temporal das redes e, consequentemente, dando prova de evidência da sua capacidade enquanto sistema de suporte à decisão. O presente estudo consiste no desenvolvimento e implementação de um modelo combinado Teoria dos grafos e localização-alocação para análise espaciotemporal da rede de transportes públicos da cidade de Lisboa. Mais precisamente, o estudo recorre às métricas da teoria dos grafos, para uma caracterização das redes do Metropolitano e da Carris relativamente ao contingente populacional residente, considerando as variáveis (faixa etária, número de indivíduos residentes, número de indivíduos que residem e trabalham no município, número de indivíduos residentes empregados e o número de indivíduos residentes empregados por setor primário, secundário e terciário); ao modelo localização-alocação, para análise das redes em função das atividades económicas, considerando as variáveis em estudo e analisar a distância tempo da área de serviço. Os resultados obtidos demonstraram que, de acordo com o modelo Localização-alocação, para ambas as redes, verifica-se que à medida que aumenta a distância-tempo, aumenta o potencial de utilizadores. A Teoria dos Grafos para a rede do Metropolitano, conclui que existem três estações mais centrais: Alameda, São Sebastião e Saldanha. Nesta rede à medida que há o afastamento dos nós, menor é a centralidade.