Publicação

O impacto das redes sociais na saúde mental dos jovens

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Em 2014, o INE (Instituto Nacional de Estatística) verificou que 70% dos jovens portugueses com mais de 15 anos usava as redes sociais, dos quais 98% tinham um perfil no Facebook, a rede social mais utilizada em todo o mundo. As redes sociais digitais são aplicações da Internet que permitem a conexão e o contacto permanente e constante entre os indivíduos, sendo cada vez mais usadas, principalmente entre os mais novos. O seu uso versátil, que coloca ao dispor dos seus utilizadores uma grande variedade de atividades, torna-as quase irresistíveis e demasiado apelativas, tanto para os mais novos como para os mais crescidos. No entanto, estas podem ser vistas de dois pontos de vista diferentes: se, por um lado, podem ser encaradas como um apoio importante para a socialização dos indivíduos, por outro, podem ser um obstáculo ao confronto dos problemas do quotidiano. A pressão intrínseca entre os mais novos para se estar sempre disponível, sempre online, pode culminar no uso compulsivo das redes sociais, principalmente por parte dos adolescentes, grupo etário no qual se verifica a maior incidência de dependência da Internet e das redes sociais. Assim, percebe-se a importância crescente de se alertar para esta temática e para se começar a agir, de modo a reverter as novas tendências virtuais, sendo fulcral estar atento aos sinais de alarme. Além disso, tem-se tentado compreender qual o verdadeiro impacto do uso problemático da Internet (UPI), inclusive das redes sociais, na expressão ou no surgimento de perturbações psiquiátricas. No entanto, esta é ainda uma questão que levanta bastante controvérsia. No final de contas, será o uso problemático da Internet causa ou consequência de perturbações psiquiátricas?
Autores principais:Fidalgo, Jessica Marta Paiva
Assunto:Adolescentes Redes sociais Dependência da internet Depressão Ansiedade social Psiquiatria
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Em 2014, o INE (Instituto Nacional de Estatística) verificou que 70% dos jovens portugueses com mais de 15 anos usava as redes sociais, dos quais 98% tinham um perfil no Facebook, a rede social mais utilizada em todo o mundo. As redes sociais digitais são aplicações da Internet que permitem a conexão e o contacto permanente e constante entre os indivíduos, sendo cada vez mais usadas, principalmente entre os mais novos. O seu uso versátil, que coloca ao dispor dos seus utilizadores uma grande variedade de atividades, torna-as quase irresistíveis e demasiado apelativas, tanto para os mais novos como para os mais crescidos. No entanto, estas podem ser vistas de dois pontos de vista diferentes: se, por um lado, podem ser encaradas como um apoio importante para a socialização dos indivíduos, por outro, podem ser um obstáculo ao confronto dos problemas do quotidiano. A pressão intrínseca entre os mais novos para se estar sempre disponível, sempre online, pode culminar no uso compulsivo das redes sociais, principalmente por parte dos adolescentes, grupo etário no qual se verifica a maior incidência de dependência da Internet e das redes sociais. Assim, percebe-se a importância crescente de se alertar para esta temática e para se começar a agir, de modo a reverter as novas tendências virtuais, sendo fulcral estar atento aos sinais de alarme. Além disso, tem-se tentado compreender qual o verdadeiro impacto do uso problemático da Internet (UPI), inclusive das redes sociais, na expressão ou no surgimento de perturbações psiquiátricas. No entanto, esta é ainda uma questão que levanta bastante controvérsia. No final de contas, será o uso problemático da Internet causa ou consequência de perturbações psiquiátricas?