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Os anti-TNF alfa na terapêutica da artrite reumatóide

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A artrite reumatoide (AR) é uma doença autoimune, inflamatória, sistémica, de etiologia desconhecida que está associada a incapacidade progressiva e a elevados custos socioeconómicos A compreensão da fisiopatologia do processo inflamatório foi um passo importante para identificar os alvos da terapêutica. Os primeiros tratamentos incluíam anti-inflamatórios e corticosteroides que conseguiam controlar os sintomas. Posteriormente desenvolveram-se os fármacos modificadores da doença reumatismal clássicos e biológicos capazes de diminuir a inflamação e a incapacidade dos doentes através da modulação da resposta imunitária dos mesmos. Entre os fármacos biológicos destacam-se os que atuam no Fator de Necrose Tumoral alfa (TNFa) que sendo uma molécula pró-inflamatória, é uma proteína com interesse. Os fármacos desenvolvidos e que atuam nesta molécula designam-se anti-TNFa e são infliximab, adalimumab, golimumab, etanercept e certolizumab. Para fazer um controlo eficaz da doença, o Colégio Americano de Reumatologia e a Liga Europeia Contra o Reumatismo lançaram guidelines para auxiliar a escolha do tratamento baseando-se na evolução e regressão dos sintomas bem como no índice de atividade da doença. Atendendo à prevalência de 1% de AR na população portuguesa, é importante salientar que o Farmacêutico tem um papel ativo no controlo da doença, estando presente em todas as fases da mesma.
Autores principais:Trincão, Carolina Santos Portela
Assunto:Anti-TNFa Artrite Reumatóide Fármacos Modificadores da Doença Reumatismal Mestrado Integrado - 2015 TNFa
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A artrite reumatoide (AR) é uma doença autoimune, inflamatória, sistémica, de etiologia desconhecida que está associada a incapacidade progressiva e a elevados custos socioeconómicos A compreensão da fisiopatologia do processo inflamatório foi um passo importante para identificar os alvos da terapêutica. Os primeiros tratamentos incluíam anti-inflamatórios e corticosteroides que conseguiam controlar os sintomas. Posteriormente desenvolveram-se os fármacos modificadores da doença reumatismal clássicos e biológicos capazes de diminuir a inflamação e a incapacidade dos doentes através da modulação da resposta imunitária dos mesmos. Entre os fármacos biológicos destacam-se os que atuam no Fator de Necrose Tumoral alfa (TNFa) que sendo uma molécula pró-inflamatória, é uma proteína com interesse. Os fármacos desenvolvidos e que atuam nesta molécula designam-se anti-TNFa e são infliximab, adalimumab, golimumab, etanercept e certolizumab. Para fazer um controlo eficaz da doença, o Colégio Americano de Reumatologia e a Liga Europeia Contra o Reumatismo lançaram guidelines para auxiliar a escolha do tratamento baseando-se na evolução e regressão dos sintomas bem como no índice de atividade da doença. Atendendo à prevalência de 1% de AR na população portuguesa, é importante salientar que o Farmacêutico tem um papel ativo no controlo da doença, estando presente em todas as fases da mesma.