Publicação

Beira, Moçambique

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Em 2019 a cidade da Beira, no norte de Moçambique, província de Sofala foi vítima da passagem do ciclone Idai, que deixou um rasto de destruição, afetando cerca de 80 a 90% da cidade e do seu tecido urbano, segundo dados da UNICEF (2019). É sobre esta realidade que este Projeto Final de Mestrado se irá desenvolver, com o objetivo de refletir sobre como esta cidade deveria ser reconstruída e quais as estratégias arquitetónicas, urbanísticas e paisagísticas que deveriam estar na base desta ação. Numa cidade que se desenvolveu maioritariamente de forma espontânea e sem planeamento desde o seu último Plano de Urbanização, da autoria de José Porto, nos anos 40, a presente proposta pretende trabalhar e desenvolver uma estratégia urbana, a diferentes escalas (do geral para o particular), que vise a mitigação das principais problemáticas encontradas. Numa segunda fase, este trabalho debruça-se sobre o desenvolvimento de um polo urbano específico – o Polo Comercial – localizado entre duas realidades quase opostas da cidade. Para o qual se propõe um dos principais elementos estruturantes da cidade desde a antiguidade clássica, e de tamanha importância em contexto africano – o Mercado – constituindo um ponto de ligação entre a cidade planeada e não planeada e albergando as atividades comerciais de carater formal e informal.
Autores principais:Aires, Joana Gonçalves
Assunto:Arquitetura Tropical Mercado Redesenho Urbano Beira Moçambique
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Em 2019 a cidade da Beira, no norte de Moçambique, província de Sofala foi vítima da passagem do ciclone Idai, que deixou um rasto de destruição, afetando cerca de 80 a 90% da cidade e do seu tecido urbano, segundo dados da UNICEF (2019). É sobre esta realidade que este Projeto Final de Mestrado se irá desenvolver, com o objetivo de refletir sobre como esta cidade deveria ser reconstruída e quais as estratégias arquitetónicas, urbanísticas e paisagísticas que deveriam estar na base desta ação. Numa cidade que se desenvolveu maioritariamente de forma espontânea e sem planeamento desde o seu último Plano de Urbanização, da autoria de José Porto, nos anos 40, a presente proposta pretende trabalhar e desenvolver uma estratégia urbana, a diferentes escalas (do geral para o particular), que vise a mitigação das principais problemáticas encontradas. Numa segunda fase, este trabalho debruça-se sobre o desenvolvimento de um polo urbano específico – o Polo Comercial – localizado entre duas realidades quase opostas da cidade. Para o qual se propõe um dos principais elementos estruturantes da cidade desde a antiguidade clássica, e de tamanha importância em contexto africano – o Mercado – constituindo um ponto de ligação entre a cidade planeada e não planeada e albergando as atividades comerciais de carater formal e informal.