Publicação
O regicídio português nas páginas da imprensa rio-grandina
| Resumo: | O duplo regicídio de Lisboa foi notícia de primeira página em quase todos os jornais do mundo e a imprensa brasileira não constitui uma exceção. As relações históricas e as tradições em comum no âmbito luso-brasileiro faziam com que o interesse recíproco fosse muito grande. A isso se somava o fato de que algumas das maiores concentrações de imigrantes portugueses estavam estabelecidas ao longo do território brasileiro. Em uma das mais meridionais localidades brasileiras, a cidade do Rio Grande, estava fixada uma relevante colônia de origem portuguesa, de modo que o jornalismo citadino não poupou páginas para fazer com que as informações de além-mar chegassem até aqueles longínquos rincões. Durante as duas primeiras semanas de fevereiro de 1908, as edições das publicações rio-grandinas foram procuradas avidamente, demonstrando que a morte de D. Carlos e D. Luís Filipe constituiu uma notícia que despertou amplo interesse entre a sociedade da urbe litorânea sul-rio-grandense. Reunindo os estudos de Reto Monico acerca do assassínio do monarca luso e os de Francisco das Neves Alves a respeito da imprensa rio-grandina, o fulcro deste livro é a seleção de trechos que representam os impactos do regicídio português nas páginas de cinco jornais da cidade de Rio Grande: o Eco do Sul, o Diário do Rio Grande, o Artista, O Tempo e O Intransigente. |
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| Autores principais: | Alves, Francisco das Neves |
| Outros Autores: | Monico, Reto |
| Assunto: | Regicídio Imprensa periódica Carlos I, Rei de Portugal, 1863-1908 Brasil |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O duplo regicídio de Lisboa foi notícia de primeira página em quase todos os jornais do mundo e a imprensa brasileira não constitui uma exceção. As relações históricas e as tradições em comum no âmbito luso-brasileiro faziam com que o interesse recíproco fosse muito grande. A isso se somava o fato de que algumas das maiores concentrações de imigrantes portugueses estavam estabelecidas ao longo do território brasileiro. Em uma das mais meridionais localidades brasileiras, a cidade do Rio Grande, estava fixada uma relevante colônia de origem portuguesa, de modo que o jornalismo citadino não poupou páginas para fazer com que as informações de além-mar chegassem até aqueles longínquos rincões. Durante as duas primeiras semanas de fevereiro de 1908, as edições das publicações rio-grandinas foram procuradas avidamente, demonstrando que a morte de D. Carlos e D. Luís Filipe constituiu uma notícia que despertou amplo interesse entre a sociedade da urbe litorânea sul-rio-grandense. Reunindo os estudos de Reto Monico acerca do assassínio do monarca luso e os de Francisco das Neves Alves a respeito da imprensa rio-grandina, o fulcro deste livro é a seleção de trechos que representam os impactos do regicídio português nas páginas de cinco jornais da cidade de Rio Grande: o Eco do Sul, o Diário do Rio Grande, o Artista, O Tempo e O Intransigente. |
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