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A problemática das fracturas do planalto tibial

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As fracturas do terço proximal da tíbia constituem um importante desafio na área da traumatologia quer pela dificuldade, diversidade ou complexidade inerente ao seu tratamento. Para além disso, quando inadequadamente tratadas podem condicionar limitação funcional e dor nas mais variadas proporções. A controvérsia que existe nos procedimentos mais adequados a executar perante uma fractura desta área também fica evidente na existência de diferentes classificações propostas para as mesmas. Por se poder tratar de uma fractura intra-articular qualquer desvio dos fragmentos determina incongruência articular, com consequente sobrecarga da articulação o que pode determinar evolução para artrose. Perante uma fractura do planalto tibial objectivam-se uma restauração anatómica da superfície articular, alinhamento mecânico axial, osteossíntese estável e mobilização articular precoce que impeça a formação de aderências e retracções capsuloligamentares. Salienta-se ainda que a articulação do joelho depende de outras estruturas não ósseas, muitas vezes também lesadas durante os traumatismos, nomeadamente dos meniscos, ligamentos e cápsula articular para estabilidade dinâmica o que dificulta a sua abordagem.
Autores principais:Antunes, Ana Cláudia Caseiro
Assunto:Tíbia Fracturas da tíbia Ortopedia
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:As fracturas do terço proximal da tíbia constituem um importante desafio na área da traumatologia quer pela dificuldade, diversidade ou complexidade inerente ao seu tratamento. Para além disso, quando inadequadamente tratadas podem condicionar limitação funcional e dor nas mais variadas proporções. A controvérsia que existe nos procedimentos mais adequados a executar perante uma fractura desta área também fica evidente na existência de diferentes classificações propostas para as mesmas. Por se poder tratar de uma fractura intra-articular qualquer desvio dos fragmentos determina incongruência articular, com consequente sobrecarga da articulação o que pode determinar evolução para artrose. Perante uma fractura do planalto tibial objectivam-se uma restauração anatómica da superfície articular, alinhamento mecânico axial, osteossíntese estável e mobilização articular precoce que impeça a formação de aderências e retracções capsuloligamentares. Salienta-se ainda que a articulação do joelho depende de outras estruturas não ósseas, muitas vezes também lesadas durante os traumatismos, nomeadamente dos meniscos, ligamentos e cápsula articular para estabilidade dinâmica o que dificulta a sua abordagem.