Publicação
Doença autoimune do ouvido interno
| Resumo: | A perda auditiva autoimune é uma forma rara de hipoacusia neurossensorial. Caracteriza-se pela presença de hipoacusia do tipo neurossensorial, bilateral e assimétrica, geralmente de instalação progressiva durante semanas a meses, associada a uma doença autoimune sistémica em 15-30% dos casos. Sintomas vestibulares como vertigem, desequilíbrio ou ataxia, podem também estar presentes. A suspeita clínica é o fator mais importante para o diagnóstico da doença autoimune do ouvido interno. A maioria do tratamento instituído atualmente baseia-se em dados clínicos empíricos recolhidos nas últimas décadas. A resposta positiva à terapia imunossupressora tem sido implicada como a característica central da doença autoimune do ouvido interno. O objetivo deste trabalho é fazer uma revisão que facilite a identificação precoce desta condição e permita uma instituição adequada do tratamento, uma vez que esta é uma forma de perda auditiva neurossensorial potencialmente reversível. |
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| Autores principais: | Soares, Catarina Dantas |
| Assunto: | Doença autoimune do ouvido interno Hipoacusia neurossensorial Tratamento imunossupressor Exames diagnósticos Otorrinolaringologia |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A perda auditiva autoimune é uma forma rara de hipoacusia neurossensorial. Caracteriza-se pela presença de hipoacusia do tipo neurossensorial, bilateral e assimétrica, geralmente de instalação progressiva durante semanas a meses, associada a uma doença autoimune sistémica em 15-30% dos casos. Sintomas vestibulares como vertigem, desequilíbrio ou ataxia, podem também estar presentes. A suspeita clínica é o fator mais importante para o diagnóstico da doença autoimune do ouvido interno. A maioria do tratamento instituído atualmente baseia-se em dados clínicos empíricos recolhidos nas últimas décadas. A resposta positiva à terapia imunossupressora tem sido implicada como a característica central da doença autoimune do ouvido interno. O objetivo deste trabalho é fazer uma revisão que facilite a identificação precoce desta condição e permita uma instituição adequada do tratamento, uma vez que esta é uma forma de perda auditiva neurossensorial potencialmente reversível. |
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