Publicação

A Produção de Inteligência Contraterrorista: o papel da Human Intelligence

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:A sequência de atentados terroristas, no dia 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos da América, despertaram no mundo ocidental a consciência da vulnerabilidade das populações face à violência terrorista. Este dia, seguido de outros similares, noutras partes do globo, determinaram a urgência da produção de inteligência de natureza contraterrorista, que até a este momento tinha sido colocada em segundo plano, face a outras questões tidas como prioritárias no mundo da inteligência. Este trabalho debruça-se sobre esta temática, a produção de inteligência contraterrorista, procurando, de um modo mais concreto, circunscrever a investigação à metodologia de pesquisa HUMINT. Limita-se, também, geograficamente, ao eixo anglo-americano e, cronologicamente, às últimas duas décadas, a era pós 11 de setembro. Numa época em que as informações provenientes de fontes abertas proliferam e os meios de recolha eletrónica deram um salto qualitativo de relevo, procura-se compreender como se atua hodiernamente, no plano das informações obtidas pela via humana. A investigação visa conhecer como se aplica hoje a HUMINT no contraterrorismo e qual o seu papel na panóplia das outras metodologias de pesquisa.
Autores principais:Lopes, Diogo Filipe Escudeiro
Assunto:Inteligência Terrorismo Contraterrorismo Human Intelligence Intelligence Human Intelligence Terrorism Counterterrorism
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A sequência de atentados terroristas, no dia 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos da América, despertaram no mundo ocidental a consciência da vulnerabilidade das populações face à violência terrorista. Este dia, seguido de outros similares, noutras partes do globo, determinaram a urgência da produção de inteligência de natureza contraterrorista, que até a este momento tinha sido colocada em segundo plano, face a outras questões tidas como prioritárias no mundo da inteligência. Este trabalho debruça-se sobre esta temática, a produção de inteligência contraterrorista, procurando, de um modo mais concreto, circunscrever a investigação à metodologia de pesquisa HUMINT. Limita-se, também, geograficamente, ao eixo anglo-americano e, cronologicamente, às últimas duas décadas, a era pós 11 de setembro. Numa época em que as informações provenientes de fontes abertas proliferam e os meios de recolha eletrónica deram um salto qualitativo de relevo, procura-se compreender como se atua hodiernamente, no plano das informações obtidas pela via humana. A investigação visa conhecer como se aplica hoje a HUMINT no contraterrorismo e qual o seu papel na panóplia das outras metodologias de pesquisa.