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Estará a zona do euro a caminhar para uma zona monetária óptima?

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Passados cinco anos da unificação monetária na Europa é ainda cedo para fazer uma avaliação definitiva das suas consequências mas é já possível tentar extrair algumas pistas. O objectivo deste trabalho é analisar a relação estatística entre a correlação de ciclos dos países da União Europeia e as respectivas trocas comerciais bilaterais no período entre 1967 e 2003. Os resultados apontam para a existência de uma relação positiva entre ambos que confirmam a tese da endogeneidade proposta por Frankel e Rose ( 1998). Este efeito é ainda mais pronunciado se se considerarem apenas os doze países da zona euro. Ao mesmo tempo, num anexo ao capítulo 3, é apresentada uma estimativa do efeito da União Económica e Monetária no comércio de 31%. Dois resultados que permitem responder afirmativamente à questão do título: a zona do curo está a caminhar para uma zona monetária óptima.
Autores principais:Silvestre, João Alexandre Parreira
Assunto:União Económica e Monetária Correlação de Ciclos Zonas Monetárias Óptimas Comércio Internacional Modelo Gravitacional Endogeneidade European Economic and Monetary Union Cycles Correlation Optimum Currency Areas International Trade Gravity Models Endogeneity
Ano:2005
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Passados cinco anos da unificação monetária na Europa é ainda cedo para fazer uma avaliação definitiva das suas consequências mas é já possível tentar extrair algumas pistas. O objectivo deste trabalho é analisar a relação estatística entre a correlação de ciclos dos países da União Europeia e as respectivas trocas comerciais bilaterais no período entre 1967 e 2003. Os resultados apontam para a existência de uma relação positiva entre ambos que confirmam a tese da endogeneidade proposta por Frankel e Rose ( 1998). Este efeito é ainda mais pronunciado se se considerarem apenas os doze países da zona euro. Ao mesmo tempo, num anexo ao capítulo 3, é apresentada uma estimativa do efeito da União Económica e Monetária no comércio de 31%. Dois resultados que permitem responder afirmativamente à questão do título: a zona do curo está a caminhar para uma zona monetária óptima.