Publicação
Representações da literatura de Macau antes e depois de 1999
| Resumo: | As manifestações literárias surgidas em Macau antes e depois da transferência da soberania de Portugal para a República Popular da China em 20 de Dezembro de 1999 proporcionaram um campo reflexivo privilegiado à tomada de consciência do carácter histórico e culturalmente específico do fenómeno literário macaense. De acordo com procedimentos que caracterizam as práticas comparatistas recentes, através da selecção tão criteriosa quanto possível de um conjunto de textos representativos e, com a interrogação e uso de três conceitos articulados entre si − identidade, memória cultural e história − pretende-se a avaliação de argumentos que sustentem a existência dessas manifestações singulares na literatura de Macau, num contexto histórico e espácio-temporal específico. Com o propósito de se discutir a questão da marca identitária de Macau elegeu-se para análise um corpus literário constituído por vários textos de autores portugueses com alguma relação directa ou indirecta com a cidade de Macau, mas também de alguns autores chineses traduzidos em português e que sobre ela escreveram. É o caso de Agustina Bessa-Luís que publicou A Quinta Essência em 1999 e de alguns autores portugueses e macaenses representados na Antologia de Poetas de Macau organizada por Jorge Arrimar e Yao Jing Ming, publicada também em 1999. Outros autores representados em antologias em língua portuguesa e inglesa ou publicados em nome próprio, como Carlos Morais José ou Fernando Sales Lopes serão também alvo de atenção. |
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| Autores principais: | Fogaça, Ana Paula Perdiz de Crato |
| Assunto: | Literatura macaense de língua portuguesa - História e crítica - séc.20-21 Literatura macaense de língua chinesa - História e crítica - séc.20-21 Memória colectiva - Macau (China) Identidade colectiva - Macau (China) Teses de mestrado - 2019 |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | As manifestações literárias surgidas em Macau antes e depois da transferência da soberania de Portugal para a República Popular da China em 20 de Dezembro de 1999 proporcionaram um campo reflexivo privilegiado à tomada de consciência do carácter histórico e culturalmente específico do fenómeno literário macaense. De acordo com procedimentos que caracterizam as práticas comparatistas recentes, através da selecção tão criteriosa quanto possível de um conjunto de textos representativos e, com a interrogação e uso de três conceitos articulados entre si − identidade, memória cultural e história − pretende-se a avaliação de argumentos que sustentem a existência dessas manifestações singulares na literatura de Macau, num contexto histórico e espácio-temporal específico. Com o propósito de se discutir a questão da marca identitária de Macau elegeu-se para análise um corpus literário constituído por vários textos de autores portugueses com alguma relação directa ou indirecta com a cidade de Macau, mas também de alguns autores chineses traduzidos em português e que sobre ela escreveram. É o caso de Agustina Bessa-Luís que publicou A Quinta Essência em 1999 e de alguns autores portugueses e macaenses representados na Antologia de Poetas de Macau organizada por Jorge Arrimar e Yao Jing Ming, publicada também em 1999. Outros autores representados em antologias em língua portuguesa e inglesa ou publicados em nome próprio, como Carlos Morais José ou Fernando Sales Lopes serão também alvo de atenção. |
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