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Determinantes do declínio da força muscular na indústria automóvel

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A investigação foi realizada numa empresa automóvel com o objetivo de identificar os fatores determinantes que contribuem para o declínio da força muscular neste sector. Foi utilizado um desenho de estudo observacional transversal, envolvendo uma amostra de 352 trabalhadores, que foram avaliados durante 16 semanas. Esta amostra foi subdividida em seis grupos etários, com idades compreendidas entre os 18 e os 58 anos, estratificados por sexo. Para a realização do estudo foram utilizados diversos instrumentos, métodos, materiais e procedimentos. A força de preensão manual foi avaliada com um dinamómetro manual digital Jamar Smart. A análise do modelo linear simples revelou uma associação negativa entre as variáveis género e a força de preensão (ρ = -0,467, p <0,001) indicando que, embora as mulheres tenham uma força de preensão significativamente menor que os homens, o género por si só não é o único determinante dessa diferença. As outras variáveis determinantes analisadas, como idade, IMC, antiguidade, atividade física, hábito de fumar, Score final European Assembly Worksheet (EAWS), Presença e ausência de dor nos membros superiores e Capacidade para o trabalho -WAS, demonstraram não contribuir significativamente ou não estabelecer uma relação com a força de preensão.
Autores principais:Guairacaja, Lisbeth Anais Buñay
Assunto:Força muscular Força de preensão manual Exposição biomecânica Capacidade física Função Músculo-esquelética Dinamometria Capacidade para o trabalho Envelhecimento European Assembly Worksheet Indústria automóvel Muscle strength Handgrip strength Biomechanical exposure Physical capacity Musculoskeletal function Dynamometry Work ability Ageing Automotive industry
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A investigação foi realizada numa empresa automóvel com o objetivo de identificar os fatores determinantes que contribuem para o declínio da força muscular neste sector. Foi utilizado um desenho de estudo observacional transversal, envolvendo uma amostra de 352 trabalhadores, que foram avaliados durante 16 semanas. Esta amostra foi subdividida em seis grupos etários, com idades compreendidas entre os 18 e os 58 anos, estratificados por sexo. Para a realização do estudo foram utilizados diversos instrumentos, métodos, materiais e procedimentos. A força de preensão manual foi avaliada com um dinamómetro manual digital Jamar Smart. A análise do modelo linear simples revelou uma associação negativa entre as variáveis género e a força de preensão (ρ = -0,467, p <0,001) indicando que, embora as mulheres tenham uma força de preensão significativamente menor que os homens, o género por si só não é o único determinante dessa diferença. As outras variáveis determinantes analisadas, como idade, IMC, antiguidade, atividade física, hábito de fumar, Score final European Assembly Worksheet (EAWS), Presença e ausência de dor nos membros superiores e Capacidade para o trabalho -WAS, demonstraram não contribuir significativamente ou não estabelecer uma relação com a força de preensão.