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A representação de uma árvore para uma nova forma de ver o tempo e o espaço : desenho A 12º ano

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este relatório procura ir ao encontro do Porquê / Como, de um outro Espaço de Tempo, de reflexão fora da sala de aula comum de Desenho. O Desenho é uma das linguagens fundamentais da sociedade, como tal, também participa nesse debate da dimensão politica e filosófica da educação, das instituições, do etos e do mundo. Na investigação curricular e didática, são analisadas variáveis fundamentais que é preciso ter em conta na disciplina de Desenho: 1) A forma na vida dos homens; 2) As relações entre a Natureza, a arte, a “sensibilidade” e o “entendimento” humano; 3) Os instrumentos, as técnicas e as máquinas; 4) Um exemplo de resistência, do artista António Lopez à pintura divergente; 5) A cidade, a ética da perceção, a política dromocrática e a ecologia dromosférica; 6) A importância do lado direito / esquerdo do cérebro, do consciente / inconsciente, do surrealismo, para o desenho em particular e para a sociedade em geral; 7) As disciplinas de História de Arte e de Geometria; Este último ponto conduz-me à Idade Média, à perspetiva do Renascimento, à estereotomia da arquitetura, à estereometria das formas vivas e inertes. É este enriquecimento interdisciplinar, mais a sustentabilidade ecológica, que a sociedade deveria ter como principal objetivo curricular. Toda esta interdisciplinaridade tem impactos, na forma de pensar a arquitetura, o desenho, os materiais, as técnicas, a cultura e a sociedade. O contexto escolar e a investigação-ação com a turma do 11º e 12º anos, leva à ponderação sobre a forma de trazer esse novo espaço de tempo, para dentro da sala de aula de Desenho. E por último, a reflexão / conclusão deste novo espaço de tempo, do ensino, da arte, do desenho no seu conjunto sistémico, ou seja, na relação da sua utilidade, com o Ser Humano individual, social e universal.
Autores principais:Valério, Luís Manuel Martinho, 1977-
Assunto:Desenho Arte - tecnica Investigação-acção Sustentabilidade Relatórios da prática de ensino supervisionada - 2014
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este relatório procura ir ao encontro do Porquê / Como, de um outro Espaço de Tempo, de reflexão fora da sala de aula comum de Desenho. O Desenho é uma das linguagens fundamentais da sociedade, como tal, também participa nesse debate da dimensão politica e filosófica da educação, das instituições, do etos e do mundo. Na investigação curricular e didática, são analisadas variáveis fundamentais que é preciso ter em conta na disciplina de Desenho: 1) A forma na vida dos homens; 2) As relações entre a Natureza, a arte, a “sensibilidade” e o “entendimento” humano; 3) Os instrumentos, as técnicas e as máquinas; 4) Um exemplo de resistência, do artista António Lopez à pintura divergente; 5) A cidade, a ética da perceção, a política dromocrática e a ecologia dromosférica; 6) A importância do lado direito / esquerdo do cérebro, do consciente / inconsciente, do surrealismo, para o desenho em particular e para a sociedade em geral; 7) As disciplinas de História de Arte e de Geometria; Este último ponto conduz-me à Idade Média, à perspetiva do Renascimento, à estereotomia da arquitetura, à estereometria das formas vivas e inertes. É este enriquecimento interdisciplinar, mais a sustentabilidade ecológica, que a sociedade deveria ter como principal objetivo curricular. Toda esta interdisciplinaridade tem impactos, na forma de pensar a arquitetura, o desenho, os materiais, as técnicas, a cultura e a sociedade. O contexto escolar e a investigação-ação com a turma do 11º e 12º anos, leva à ponderação sobre a forma de trazer esse novo espaço de tempo, para dentro da sala de aula de Desenho. E por último, a reflexão / conclusão deste novo espaço de tempo, do ensino, da arte, do desenho no seu conjunto sistémico, ou seja, na relação da sua utilidade, com o Ser Humano individual, social e universal.