Publicação
O renascer da Quinta da Arealva
| Resumo: | O presente trabalho aborda os terrenos da Quinta da Arealva, localizada na margem sul do Rio Tejo, no sopé do Cristo Rei, entre a encosta e o rio. A proposta visa a transformação do complexo industrial vinícola, que outrora albergou uma fortificação militar e uma quinta de recreio, tendo como principal objetivo a revitalização do lugar, respeitando a sua identidade e memória. Neste sentido, a intervenção prevê a reabilitação arquitetónica de um edifício secular ladeado por uma fortaleza do séc. XVIII, conferindo-lhe novos usos e programas adaptados ao atual contexto geográfico, social e económico. O terreno expectante que lida com a proximidade a Lisboa, ainda que desafogado da azáfama citadina, disfruta da franca relação com o rio Tejo e com a natureza envolvente. Este foi o ponto de partida para o desenvolvimento do novo programa considerando a forma como o espaço foi vivido no passado e como potenciar o seu usufruto no futuro. Neste âmbito é também incontornável abordar as teorias de reabilitação de Choay, Le Duc entre outros, tendo assim optado por propor uma Pousada, que se apresenta como solução reveladora das oportunidades e potenciais intrínsecos a este lugar. A apropriação de uma identidade pré-existente, correspondente à época em que o terreno fora uma Quinta de Veraneio, e a pontual demolição de construções aleatórias, resulta numa intervenção, simultaneamente, respeitadora e consciente, que pretende devolver a clareza do espaço e sobressair a imponência da fortaleza. |
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| Autores principais: | Monteiro, Tomás Vieira Borges Pardal |
| Assunto: | Reabilitar Património Pousadas Quinta da Arealva Rehabilitare Patrimony Boutique hotel Quinta Arealva |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O presente trabalho aborda os terrenos da Quinta da Arealva, localizada na margem sul do Rio Tejo, no sopé do Cristo Rei, entre a encosta e o rio. A proposta visa a transformação do complexo industrial vinícola, que outrora albergou uma fortificação militar e uma quinta de recreio, tendo como principal objetivo a revitalização do lugar, respeitando a sua identidade e memória. Neste sentido, a intervenção prevê a reabilitação arquitetónica de um edifício secular ladeado por uma fortaleza do séc. XVIII, conferindo-lhe novos usos e programas adaptados ao atual contexto geográfico, social e económico. O terreno expectante que lida com a proximidade a Lisboa, ainda que desafogado da azáfama citadina, disfruta da franca relação com o rio Tejo e com a natureza envolvente. Este foi o ponto de partida para o desenvolvimento do novo programa considerando a forma como o espaço foi vivido no passado e como potenciar o seu usufruto no futuro. Neste âmbito é também incontornável abordar as teorias de reabilitação de Choay, Le Duc entre outros, tendo assim optado por propor uma Pousada, que se apresenta como solução reveladora das oportunidades e potenciais intrínsecos a este lugar. A apropriação de uma identidade pré-existente, correspondente à época em que o terreno fora uma Quinta de Veraneio, e a pontual demolição de construções aleatórias, resulta numa intervenção, simultaneamente, respeitadora e consciente, que pretende devolver a clareza do espaço e sobressair a imponência da fortaleza. |
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