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Elaboração das emoções nas crianças vítimas de abuso sexual : análise das respostas à prova "era uma vez..."

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O estudo do abuso sexual infantil e as consequências deste acontecimento traumático no desenvolvimento da criança, tem vindo a suscitar o interesse de vários investigadores, há já algum tempo, e apesar de não existir uma síndrome específica do abuso sexual, é indiscutível que as crianças vítimas de abuso sexual apresentam maior risco de desenvolver problemas interpessoais e psicológicos, do que outras que não tenham vivenciado este trauma. Este estudo debruçou-se sobre a caracterização das Estratégias de Elaboração da Ansiedade, através da análise às respostas à Prova “Era uma vez...” de dois grupos distintos – grupo de crianças sem perturbação emocional identificada (n=65) e grupo de vítimas de abuso sexual (n=35). Procedeu-se à comparação entre as duas amostras, partindo da hipótese de que haveria diferenças significativas entre os dois grupos e que essas diferenças iriam no sentido das vítimas utilizarem com maior frequência as estratégias pouco adaptativas (Negação e Impossibilidade), comparativamente ao grupo de crianças sem perturbação emocional identificada, que por sua vez utilizariam com maior frequência a Estratégia Adaptativa Operacional (EAO) e Estratégia de Equilibração Operacional (EEE). A análise dos dados recolhidos foi realizada através do programa estatístico IBM SPSS - Statistics 20 (Statistical Package for the Social Sciences). As hipóteses elaboradas foram confirmadas, podendo-se concluir que existem diferenças significativas nas frequências das estratégias utilizadas pelos dois grupos e essas diferenças vão no sentido esperado.
Autores principais:Freitas, Zaida Morais de
Assunto:Abuso sexual Ansiedade Negação Impossibilidade Estratégia adaptativa operacional Teses de mestrado - 2015
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O estudo do abuso sexual infantil e as consequências deste acontecimento traumático no desenvolvimento da criança, tem vindo a suscitar o interesse de vários investigadores, há já algum tempo, e apesar de não existir uma síndrome específica do abuso sexual, é indiscutível que as crianças vítimas de abuso sexual apresentam maior risco de desenvolver problemas interpessoais e psicológicos, do que outras que não tenham vivenciado este trauma. Este estudo debruçou-se sobre a caracterização das Estratégias de Elaboração da Ansiedade, através da análise às respostas à Prova “Era uma vez...” de dois grupos distintos – grupo de crianças sem perturbação emocional identificada (n=65) e grupo de vítimas de abuso sexual (n=35). Procedeu-se à comparação entre as duas amostras, partindo da hipótese de que haveria diferenças significativas entre os dois grupos e que essas diferenças iriam no sentido das vítimas utilizarem com maior frequência as estratégias pouco adaptativas (Negação e Impossibilidade), comparativamente ao grupo de crianças sem perturbação emocional identificada, que por sua vez utilizariam com maior frequência a Estratégia Adaptativa Operacional (EAO) e Estratégia de Equilibração Operacional (EEE). A análise dos dados recolhidos foi realizada através do programa estatístico IBM SPSS - Statistics 20 (Statistical Package for the Social Sciences). As hipóteses elaboradas foram confirmadas, podendo-se concluir que existem diferenças significativas nas frequências das estratégias utilizadas pelos dois grupos e essas diferenças vão no sentido esperado.