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A utilização dos bens culturais da Igreja sob o domínio público nacional e internacional

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A História serve para estudar o passado, compreender o presente e preparar o futuro. Neste trabalho procurámos compreender o relacionamento entre a Igreja e o Estado sobretudo do ponto de vista patrimonial, com particular atenção para o património cultural e artístico. Se por um lado a Igreja necessita de bens temporais de modo a prosseguir os seus fins de modo livre e independente, os Estados não ficaram alheios a essa realidade. Para tal, analisámos, da perspetiva histórica, a política do Marquês de Pombal, bem como a Reforma de 1834, cuja influência foi decisiva para a transição da Monarquia para a República. A Lei da Separação de 1911 e a sua aplicação conduziram a importantes modificações sociais e culturais na sociedade portuguesa e perturbaram gravemente o relacionamento do Estado Português e a Igreja Local bem como com a Santa Sé, que só foi definitivamente ultrapassado com a assinatura da Concordata de 1940.
Autores principais:Neves, Teresa Margarida Rodrigues Baltazar
Assunto:Direito internacional Património histórico Património cultural Igreja Separação de poderes Teses de mestrado - 2014
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A História serve para estudar o passado, compreender o presente e preparar o futuro. Neste trabalho procurámos compreender o relacionamento entre a Igreja e o Estado sobretudo do ponto de vista patrimonial, com particular atenção para o património cultural e artístico. Se por um lado a Igreja necessita de bens temporais de modo a prosseguir os seus fins de modo livre e independente, os Estados não ficaram alheios a essa realidade. Para tal, analisámos, da perspetiva histórica, a política do Marquês de Pombal, bem como a Reforma de 1834, cuja influência foi decisiva para a transição da Monarquia para a República. A Lei da Separação de 1911 e a sua aplicação conduziram a importantes modificações sociais e culturais na sociedade portuguesa e perturbaram gravemente o relacionamento do Estado Português e a Igreja Local bem como com a Santa Sé, que só foi definitivamente ultrapassado com a assinatura da Concordata de 1940.