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Plano de negócios : gestão florestal de pinhais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Numa envolvente em que a floresta é essencial para o desenvolvimento do setor primário e em que Portugal procura retirar um maior proveito do setor florestal, torna- se primordial repensar o modelo de atuação das empresas de exploração florestal. Além de se tratar de um tema relevante, face à área que ocupa e ao número de proprietários privados que dispõem de terrenos florestais, é também muito atual, dada a incidência e as consequências dos incêndios no território nacional. Uma indústria que viveu tempos de grande prosperidade em Portugal e que conheceu nos últimos 20 anos um grande declínio, depara-se agora com a possibilidade de investimento, sobretudo face ao abrandamento das grandes potências mundiais a este respeito. O modelo objeto desta investigação, apresentado sobre a forma de um plano de negócio, pretende evidenciar vantagens de uma solução que congregue algumas das sinergias de diferentes atividades presentes num pinhal, concretamente a madeira, resina e biomassa, de modo a obter redução dos custos de exploração. Com um capital inicial de 250.000€, o VAL estimado na ótica do investidor é de 2.950.439€e na perspetiva do projeto é de 3.079.159€. Prevendo o início de atividade a meio de 2014, a empresa a criar, sediada em Castelo Branco, no final de 2019, conta ter a seu cargo a gestão de 3.307 hectares e atingir vendas no valor de 6.401.172€.
Autores principais:Simões, Miguel de Campos Alves
Assunto:Plano de Negócio Gestão Florestal Pinhais Business Plan Forest Management Pine Forest
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Numa envolvente em que a floresta é essencial para o desenvolvimento do setor primário e em que Portugal procura retirar um maior proveito do setor florestal, torna- se primordial repensar o modelo de atuação das empresas de exploração florestal. Além de se tratar de um tema relevante, face à área que ocupa e ao número de proprietários privados que dispõem de terrenos florestais, é também muito atual, dada a incidência e as consequências dos incêndios no território nacional. Uma indústria que viveu tempos de grande prosperidade em Portugal e que conheceu nos últimos 20 anos um grande declínio, depara-se agora com a possibilidade de investimento, sobretudo face ao abrandamento das grandes potências mundiais a este respeito. O modelo objeto desta investigação, apresentado sobre a forma de um plano de negócio, pretende evidenciar vantagens de uma solução que congregue algumas das sinergias de diferentes atividades presentes num pinhal, concretamente a madeira, resina e biomassa, de modo a obter redução dos custos de exploração. Com um capital inicial de 250.000€, o VAL estimado na ótica do investidor é de 2.950.439€e na perspetiva do projeto é de 3.079.159€. Prevendo o início de atividade a meio de 2014, a empresa a criar, sediada em Castelo Branco, no final de 2019, conta ter a seu cargo a gestão de 3.307 hectares e atingir vendas no valor de 6.401.172€.